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  1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes

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yaTTo
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MensagemAssunto: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Seg Nov 09 2015, 22:36



Cidade de Dunas Quentes




As muralhas se mantinham imponentes como de costume naquele dia, parecia lembrar os perigos que circundavam ao redor do pequeno oásis em meio ao deserto. Como de costume o clima se mantinha igual a todos os dias normais, uma pequena garoa que poderia ser o suficiente para molhar se estender sua vinda as ruas por muito tempo, porem as pessoas pareciam não ligar muito para isso, talvez o convivência se transformou em um costume. Cidade das Dunas Quentes, o nome um tanto quanto desapropriado para a mesma era lembrado por jogadores de dados em tabernas, eles diziam que quem tinha a batizado só poderia ser um elfo bêbado com excesso de sua erva no cérebro. Mesmo que existissem bastantes pessoas nas tabernas bebendo ainda era manhã, as pessoas que não se perdiam no vicio da bebida viviam suas vidas normais, alguns mercadores que pareciam utilizar de todo seu aprendizado na arte da venda no grande centro comercial da cidade, em torno da praça do ouro, viajantes que passavam pelo local em busca de especiarias raras e claro, as pessoas mal intencionadas.



Centro




Como de costume a cidade estava infestada de pessoas, manter toda essa ordem não era fácil e ai que entram talvez os maiores protagonistas de toda essa cidade contraditória, as Guilds, pessoas que se juntavam por um objetivo em comum e no centro de todas as mesmas existia a Guilda da Pedra Vermelha, aqueles que pareciam realmente mandar na cidade e não era difícil andar pelas ruas sem ver alguém que parecia pertencer ou simpatizar com a mesma, porem o perigo que ecoava sobre a mesma não era facil de se ver, como era difícil. Falando no diabo, Ab-Gur Shalazar, ressurgia aparecendo de sua sacada observando todo o movimento e como era de costume chamava todas as atenções no centro da cidade, apesar de governar com mão de ferro muitos comerciantes gostavam do mesmo, pois sabiam que crimes contra sua mercadoria não seriam perdoados.



Sul




Mais ao sul da cidade se parecia formar um pequeno tumulto, pessoas se aglomeravam e observavam uma caravana diferenciada, em seu fronte um homem de cabelos grisalhos, parecia já portar uma idade já avançada, porem não demonstrava qualquer sinal de fraqueza. Montado em seu cavalo negro era seguido por em torno de trinta homens que pareciam ter a mesma cor de vestimenta mas não tão nobre como de seu líder. Como um velho ladrão uma vez disse, é melhor correr riscos do que perder o petisco, homens que surgiam de dentro das ruelas pareciam cercar a caravana que acabava de chegar, ladrões, porem não simples ladrões, aquele era especial, conhecido. Aquele era Alibaba e seus quarenta ladrões e como em tudo naquela cidade contraditória ele apenas portava consigo dez homens, porem naquela altura ninguém mais ligava para alcunhas não é mesmo?



Norte




Ao norte tudo parecia tranquilo, parecia, pessoas se mantinham em suas atividades rotineiras, crianças brincavam e tudo parecia estar em seu devido local e mais uma vez, pareciam. Sobre os tetos das casas uma perseguição estava em andamento, um ser encapuzado que com velocidade pulava de residencia em residencia enquanto era perseguido por três homens que lembravam os homens de  Ab-Gur Shalazar. Durante um ataque mais forte o alvo parecia deslizar entre as telhas molhadas e caia ao chão com um forte impacto. Seus perseguidores pareciam diminuir a velocidade e se portar a pelo menos quatro metros de distancia. Com a queda era revelada a identidade do foragido, uma mulher de cabelos brancos que brilhavam sobre o céu nublado de Dunas Quentes. Ela puxava um arco que mantinha em suas coisas e com um tiro do mesmo parecia começar um combate ao meio da rua.
Imagens:
 



Leste




No lado leste da cidade as coisas já estavam agitadas logo de manhã, um ladrão ousara roubar de um mercador em plena luz do dia, pobre destino infeliz infeliz encontrado por aquele que desejava apenas um punhado de pão. Sua mão, retirada com uma adaga em plena luz do dia por um mercenário que achava naquilo trabalho fácil. O dinheiro que lhe era entregue era o valor de dez vezes o que o homem roubou, porem a honra valia mais do que dragoleons. Com sua mão decapitada e seus filhos ao redor ainda era pisoteado por pessoas que tentavam descontar sua fúria no homem ferido.

Mercenario:
 



Oeste




Oeste, a mais tranquila das regiões ate o momento. A rotina se mantinha normal, porem uma caravana que atravessava os portões pareciam tornar as coisas um pouco mais agitadas, mas nada muito incomum. Todos os viajantes pareciam utilizar de longas vestes espessas vermelhas e mascaras um tanto quanto bizarras que portavam galhos como cabelos. Carregavam consigo uma manada de animais um tanto quanto estranhos para a região que pareciam não se incomodar com o clima em que estavam.

Todos os pontos estavam ligados mesmo que ninguém soubesse o porque ainda, estavam aqueles que habitavam a cidade preparados para o que vinha acontecer?

OBS:
 

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Rojjo
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Ter Nov 10 2015, 17:30

"Seria melhor ter continuado na cama." Roger Jtijha revelar-se-ia na janela de sua humilde residência no norte da cidade a vislumbrar o céu plúmbeo da manhã nublada que adornava Dunas Quentes. As íris assemelhavam-se a pérolas negras num fundo branco como a neve, procurando contemplar cada aspecto do âmbito em que se encontrava; pessoas andando, trabalhando, vendendo ou comprando, animais perambulando em busca de alimento e até confusões. "É uma cidade pacífica demais para alguém do meu tipo." A garoa até fazia sua mente entreter-se brevemente ao que os olhos acompanhavam as finas gotículas d'água desnivelarem cidade adentro, e Jtijha, mesmo que involuntariamente, acataria à uma expressão de puro interesse, mascarada no apagão facial de suas feições e apenas visível pelo brilho em seus lúgubres olhos de coloração alvi-negra. Mesmo que lacrada a sete chaves na conturbada cabeça do rapaz, a lembrança ainda dava suas escapadelas; finos filetes de recordações transpassavam as frestas da porta cinza que guardava todos o seus traumas, voltando para atormentá-lo de tempos em tempos. Roger entraria num estado similar a um transe, mantendo o olhar na garoa e com a mente amargamente turbulenta. 

"Eu poderia ter sido menos covarde e tentado salvar os dois...
Ou não?"

Viu-se na casa de sua infância novamente, agora com sua idade atual e a antiga chuva transmutara-se na garoa que tenuemente banhava sua cidade, mas todo o resto permanecia.
Seus pais ainda estavam lá, podia ouvir os sons abafados de sua conversa sobre uma futura viagem ou mudança, pareciam sussurros. E então vieram os passos de fora da casa, plofts e plufts agrediam a lama fina que se formava no quintal, e a grama verdejante amassava os sons ainda mais. 
Rojjo disparou veemente quarto afora, abrindo as portas com tanto desespero e intensidade que mais pareciam folhas de papel ao vento de uma tempestade, seus passos soavam como marteladas de um ferreiro numa bigorna às três da madrugada, um tanto quanto alarmantes; mas não rápidos o suficiente.
Embora seu esforço fosse reconhecido, ainda havia sido tardio; viu a mesma cena num tom ainda mais vívido de carmesim, o mar de sangue cobriu sua mente uma segunda vez, e então visualizou-se novamente em Dunas Quentes, o brilho de seus olhos voltaria ao amargo abismo que suas íris representavam. 

"Não."

E neste momento visualizaria a perseguição em eclosão por sobre os telhados de casarões luxuosos e casas humildes como a sua. "Olhando de cima, todos são iguais." Contaria três perseguidores e uma perseguida, a situação da desvantagem numérica incitou seu interesse mais profundo de uma caçada matinal, pela primeira vez em semanas, seus lábios adjuntos desde que chegara finalmente modificaram-se brevemente no que pode ser catalogado como sorriso. "Hoje, os caçadores tornar-se-ão caça." 
Checaria suas armas e equipamentos e, se caso tudo estivesse nos conformes, jogaria-se da janela rumo ao mar de telhas umedecidas pela garoa, cauteloso como uma serpente por dois motivos: não se deixar detectar, e não cair e quebrar os dentes.
Não deixaria que a facilidade de escorregar fosse empecilho,, harmonizando equilíbrio e velocidade. Dispararia veemente por trás de seus alvos, procurando manter a furtividade.  
Mesmo tentando não tirar os olhos dos alvos, não deixaria de analisar o ambiente abaixo e manter-se furtivo, tarefa aparentemente fácil, já que seus inimigos perseguiam um único alvo e talvez não se preocupassem em checar sua presença. 

O alvo e seus perseguidores transferiam a caçada para a rua, deixando o espaço livre para Rojjo, que fixaria a si mesmo no telhado da última construção em que seus alvos tocaram, procurando observar com cautela e descrição o embate; totalmente pronto para misturar-se ao embate.
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Wing.
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Ter Nov 10 2015, 19:02

Lado Norte

A melodia eclodida por entre as cordas do bandolim finalmente se dissipou. Já há algum tempo me vi ligado à comodidade das telhas que outrora tanto escornei. O desencadeamento vil de passos pelo arredor fisgou minha atenção momentaneamente; trotes esguios. Algozes de Shalazar?

Desde que Josh pereceu toda a perspectiva acerca dos algozes fora alterada; eu jamais fitei-os da mesma forma. A sonoridade dos passos indicava uma caçada; como de praxe, meu lado neurótico fora emergido assim que entrevi-os, fardados; as gotas de suor esgueirando-se por entre os mantos, as arfadas despojadas, o foco abrupto aos arredores. Tudo isso, eu já contemplei.

Levantar-me-ia, dirigindo-me de encontro às vestes esbranquiçadas e corroídas pelos grãos de areia dos circundantes. Com o cajado em punho e a mão oposta dando conta do equilibrio do chapéu, os passos não tão esguios quanto os de antemão me conduziriam para os arredores do embate que estava prestes a presenciar.

Como de praxe, nós temos um herói, e lá estava o felizardo. Trapos enegrecidos; uma personalidade obscura? Exatamente o oposto de Huni Yunistock. - Hehe. Dez homens pra um. Eles continuam originais, não? Murmuraria entre dentes assim que próximo do rapaz, sem a intenção de ser respondido.

A mão livre abanaria-se de súbito, trazendo vento ao âmbito de minha face. Pela primeira vez nos últimos instantes, avaliaria a situação, rolando o olhar de encontro à cena com os lábios franzidos e um arreganho voraz esboçado. Absorveria, dentro dos conformes, o possível, observando moderadamente o cenário e a movimentação dos algozes, a fim de compreender as razões atrozes do encalço.

Fazendo o devido uso de meu cajado, apoiar-me-ia no instrumento, estático. Os atos singulares dos bárbaros não me surpreenderam. Josh agia de forma cognata, e por estas razões eu jamais segui o mesmo caminho que meu pai. Em alguns instantes, um corpo estará no chão e uma alma se esvairá. Esse não é o desejo de Alblar. Já aconteceu uma vez...

... Eu não deixarei que aconteça novamente.


Ao narrador e os companheiros de aventura:
 
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Amon
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Ter Nov 10 2015, 20:44

1.Oeste


Sentiu a garoa na pele vermelha, despertava lentamente enquanto ouvia as notas da cidade. Pensou em não abrir os olhos, como se isso fosse fazer com que o dia noite virasse para que voltasse a dormir. Deve ter passado alguns segundos dessa forma antes de desistir e abrir os olhos cor de âmbar, o bardo demoníaco agora estava (quase) desperto. Amon tentava se lembrar da noite anterior em vão, aparentemente a festança tinha sido boa, quando, a certa distância, começou a notar a comitiva que se aproximava, não que ele desse muita importância, mas não é como se tivesse algo muito melhor para fazer.

Calmamente afinou seu violão, escutando se alguém falasse perto dele alguma informação sobre tão estranhos homens e bestas, se perguntou principalmente como aqueles animais não haviam afundado na areia com o peso que pareciam ter.

Conforme visse pessoas passando por ele o adoravel homem demônio as cumprimentaria “olá senhor”, “bom dia mylady”, “não é uma manhã adorável?” e ainda ofereceria seus serviços “Que tal uma música? Por apenas 3 Dinares tu pode pedir qualquer música para inspirar deu dia, com uma taxa adicional até coloco seu nome que tal?”. É logico que isso só se alguém passasse.

Talvez por curiosidade pura, talvez por que não tivesse nada melhor para fazer decidiu ele seguir, a uma distância, a caravana quando esta passasse, mesmo que tivesse de parar o que estivesse fazendo. Não que estes fossem particularmente especiais, mas viajantes tendem a querer diversão quando param, se bem sabia, e ele poderia cobrar bem para um grupo daquele tamanho, os deuses sabiam que não restava sequer uma moeda em seus bolsos. Se desse sorte podia até mesmo ter uma garota de baixo daquelas roupas. Ele precisava, contudo, ser paciente para se apresentar no momento certo, um momento de relaxamento para poder maximizar os lucros.

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DEV.Chaos
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Ter Nov 10 2015, 22:21

Oeste de Dunas Quentes

A constante garoa fazia pequenos córregos inundarem a juba imponente de Ajani e continuarem por sua armadura, deixando-o tão molhado e incomodado quanto um pássaro engaiolado. O homem, ou melhor, “leonino” caminhava calmamente pelas ruas da cidade que imperava em meio ao impiedoso deserto. A magia que possibilitava tal milagre também era a mesma que criava poças de água dentro da vestimenta de Furanjiru, e por isso ele praguejava.
– Magos idiotas..Sempre mexendo com tudo...fazendo essa merda de água cair...grrr – Inconsciente um grunhido felino saia em meio as palavras sussurradas do guerreiro e enquanto andava emburrado seus olhos fendidos oscilavam como pêndulos de um relógio arcaico, observando em volta.
- Pelo jeito temos novos visitantes na cidade. Preciso de dinheiro..Tenho 15 dragoleons! Com isso eu nunca vou sair dessa cidade maldita! Grr..
Viajar pelo deserto certamente não era algo fácil, afinal muitos equipamentos especiais se faziam necessários para atravessar com vida os perigos desérticos, e para isso o dinheiro era essencial. Com isso em mente Ajani tentaria se aproximar de qualquer provável habitante da cidade.
– Você..onde alguém com uma boa lâmina e habilidade pode conseguir dinheiro por aqui?

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yaTTo
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Seg Nov 16 2015, 11:55

ROLAGEM DE DADOS!

TABELA GERAL:
Citação :
VD 15 - Fácil
VD 20 - Moderado
VD 25 - Difícil
http://dragondreams.forumeiros.com/t60-atributos

1d20 + Mod.Atributo + Mod.Narração


- Rojjo

Aterrissar nos telhados com exatidão (VD-18):

Quantidade aleatória (1,20) :
1

Mod.A.(DES) = +3
Mod.N. = +1

- Rojjo

Chamar MUITO ou pouco a atenção dos Algozes (VD-23):

Quantidade aleatória (1,20) :
12

Mod.A.(DES) = +3
Mod.N. = +1

- Amon

Chamar MUITO ou pouco a atenção dos viajantes (VD-19):

Quantidade aleatória (1,20) :
18

Mod.A.(CAR) = +3
Mod.N. = +1

- Furanjiru

Chamar atenção de transeuntes. (VD-15):

Quantidade aleatória (1,20) :
18

Mod.A.(CAR) = -2
Mod.N. = +1

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yaTTo
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Seg Nov 16 2015, 19:16



Cidade de Dunas Quentes




O dia que acabava de começar agora já se tornava um pouco mais animado, por todos os cantos da cidade pessoas realizavam suas primeiras ações, alguns um tanto quanto excitados ou ate mesmo temerosos, outros ja pareciam animados ate demais. Porem aquela cidade não era simples e nem tampouco simples de ser analisada como apenas mais um aglomerado de casas e pessoas, talvez a cidade si fosse um personagem dentro de toda essa historia.


Centro




No centro as coisas estavam normais, ate que algo mudou, passos pesados e pessoas abrindo passagem era o sinal de algo famoso, uma guild forte estava na cidade e parecia ir de encontro ao prédio principal onde ficava aquele que dava as cartas por ali. Pessoas com armaduras pesadas carregando armas brancas que poderiam facilmente ser do tamanho de uma pessoa normal. Andavam em fileiras organizadas, teriam ali pelo menos vinte soldados. Mas eles não eram novidade pelas redondezas, o brasão que carregavam no peito, uma asa de coloração prata simbolizava seu nome "ASAS DE PRATA".



Sul




Alibaba se mostrava exibido, talvez a fama tinha subido a sua cabeça? Com certeza não, sua fama era confirmada por aquele homem de presença forte. Seu corpo de porte grande e musculoso junto de sua vestimenta padrão que escondia boa parte do mesmo era como uma caixa de surpresas. Em suas mãos sabres duplos que ele parecia manejar muito bem enquanto com passos lentos se aproximava da caravana junto de seus homens em tempos iguais. A ação fez com que toda a caravana sacasse suas espadas em um movimento uniforme. As pessoas que ainda estavam pelo local corriam aos gritos enquanto gritavam o nome daquele que tinha roubado toda a cena. - Você está velho Joshua - Falava Alibaba enquanto apontava com sua espada direita para o homem a frente que nem mesmo sacara sua espada ainda, seria ele descuidado ou apenas estava tentando algo? - Calma homens, eu conheço esse desgraçado e sei como ele joga, esse não vai ser o local onde travaremos nossa batalha - Falava o homem a frente seguro de suas palavras.



Norte




Quando as coisas pareciam se tornar cada vez mais complicadas duas pessoas pareciam ingressar naquele embate, um parecia mais inteligente e se mantinha apenas em posição, tentar qualquer coisa em relação a adversários desconhecidos seria uma ação no minimo infeliz. Porem a outra pessoa tentava algo, talvez não conhecesse realmente sobre a fama daquela cidade em que estava, uma falha pessoal. Sua tentativa de subir em cima do telhado era afetada pela água que caia sem fim durante todo o dia. Com o deslize ele caia sobre o telhado de costas alertando os algozes que ali estavam, porem aquele não era o único problema do garoto, como poderia ser? As telhas quebravam, logo toda a gravidade fazia o resto, o garoto escorregava por entre as migalhas de barro de que eram construídas e em pleno ar o suspiro da morte, uma adaga que era atirada pelo mais próximo dos trés acertava a mão do garoto que antes de cair era fincado a parede sendo preso apenas por sua mão. A dor com certeza era insuportável e sua mão não seria útil para o mesmo durante algum tempo, porem sair vivo daquela situação talvez ainda fosse mais necessário não é mesmo?

Sem perder tempo, um segundo algoz atirava outra adaga, essa deveria ser o fim para o garoto, porem como a benção de um Deus, ou melhor, de uma Deusa a garota que antes era perseguida atingia a adaga com uma flecha veloz que tornava toda a atenção para a mesma. - O que diabos vocês estão fazendo? Saiam daqui malditos... - Ela falava enquanto sacava outra flecha e iniciava novamente o combate, porem aqueles algozes eram de fato muito habilidosos, talvez eles estivessem de cara com a origem da lenda das pessoas que desapareciam sem deixar vestígios.

Porem os ventos do destino sorriam mais uma vez, com um tapa no ombro o feiticeiro era afastado, um homem que deveria ter no minimo metade do feiticeiro do tamanho maior que o mesmo surgia das sombras. Seus músculos demonstravam sua força e seu sorriso demonstrava sua confiança. Seus  dois machados gigantes tinham a capacidade de cortar uma pessoa ao meio e ele parecia contar com isso quando lançou seu ataque. Apesar de grande ele era rápido, com velocidade chegou perto da garota e com o mesmo tempo que um suspiro girava seus machados e os fincava no chão em uma tentativa sem exito de cortar ao meio um dos algozes que tentava uma investida. - Você está perdendo o jeito Hastein - A jovem recebia aquelas palavras com um sorriso e se mantinha em prontidão novamente. - Se você ja está aqui... todos já chegaram? - Eles pareciam ter uma relação entre si, porem naquele momento parecia que o embate estava mais equilibrado, estaria mesmo?



Leste




- Parem com isso! - Uma voz feminina fez com que todos ao redor do homem espancado parassem de fazer sua subjugação e colocassem seu ponto de foco na loira que com lentidão sacava sua rapieira. Todos a conheciam, como não conhecer? Sua fama também era forte como a de uma tigre, ou melhor, como a de uma leão. A líder da guild "CORAÇÃO DE LEÃO", Serf Shusanna. Suas palavras faziam o mais feroz dos homens engolir seco enquanto se afastava do ladrão que no chão observava sua salvadora que parecia ir ao seu encontro. Chegando perto do mesmo ele estendia uma mão e ao observar a falta da mesma no homem parecia constrangida, porem o homem lhe entregava sua segunda mão e levantava com dificuldade. Ele estava com hematomas em todo seu corpo e seu unico consolo eram seus filhos que em um abraço em conjunto. - Quem foi o responsável por isso? - Suas palavras necessitavam de respostas e logo eram saciadas. De dentro de um beco surgia o mercenário que a pouco tinha realizado aquela ação barbara.

Eles se conheciam, e como se conheciam. Duke Ancelot, líder dos "DRAGÕES VERMELHOS DE ANCELOT" uma guild de mercenários que aceitavam qualquer trabalho por dinheiro e aquele não era uma exceção. - Pelo que vejo a princesa veio se intrometer novamente em meus negócios. - Suas palavras enfureciam a garota mas ela se mantinha firma encarando seu velho rival.



Oeste




Em outra parte da cidade uma caravana em particular parecia circundar por dentro da cidade com calmaria, porem alguém despertava seu interesse. Um ser um tanto quanto incomum surgia e tentava demonstrar suas habilidades em troca de alguns trocados que sejam. Talvez por sua aparência incomum concordaram em receber uma melodia do mesmo, ou assim se imaginava já que lhe jogaram o dinheiro mas nem uma palavra era deferida.

Com palavras alguém parecia decepcionado com sua quantia em dinheiro, com palavras ele tentava conversar com as pessoas em busca de uma oportunidade para demonstrar seu valor e quem sabe conseguir o bastante para ter sua saída da cidade em segurança. Muitos tentam arriscar em sair dos portais da cidade sem qualquer tipo de guia, os monstros do deserto agradecem. A sua frente surgia um homem de porte normal, ele parecia instigado a ajudar - Meu caro você tem algumas alternativas a sua frente. Se for realmente uma boa lamina a venda e compra de itens no centro é a melhor opção que você pode encontrar, existem também os casos de pessoas contratadas para ajudar na segurança... - Uma pequena pausa enquanto ele parecia analisar bem aquela a sua frente - Mas também existe o caminho daqueles que desejam muito, um caminho onde é tudo ou nada e uma falha pode significar a morte. - Suas palavras terminavam com um sorriso estampado em seu rosto que parecia demonstrar todas e nenhuma emoção, aquela era sem duvidas uma pessoa diferente.

OBS TODOS:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Seg Nov 16 2015, 22:12

OESTE DE DUNAS QUENTES

Ajani mantinha sua postura ereta e seu olhar felino aguçado, avaliava os transeuntes tentando decidir qual poderia ser capaz de fornecer uma boa resposta aos questionamentos que necessitava realizar, sem criar problemas ou dar soluções inúteis. Após algumas passadas, praguejadas e tentativas fracassadas de tirar o excesso de água de dentro de suas vestes, o leonino encontrou alguém promissor.

Era um primel comum, se é que realmente existe alguma característica “comum” dentro da grande diversidade presente nos seres humanos. Com palavras afiadas e expressões desconfiáveis o cidadão oferecia opções a Furanjiru, e este permanecia parado, de olhos atentos e ouvidos abertos. O amaldiçoado não tinha certeza se aquele homem era alguém confiável mas as opções sugeridas pareciam bem óbvias dentro de uma cidade do porte de Dunas Quentes. Por fim, após a fala do interlocutor, Ajani continuou:

- A morte é apenas um fim esperado para qualquer guerreiro. Minha vida nesta forma não é passível de ser chamada prazerosa e irei dar um fim tanto a esta maldição quanto ao seu autor. E para isso tempo é essencial, assim como informação. Estou disposto a assumir sua oferta de vida ou morte. Eu sou Furanjiru Ajani, como se chama, Primel? - A voz gutural e arranhada do leonino saia por entre suas presas, ele sabia que a vida era um risco e que grandes benefícios só poderiam ser alcançados sem se temer o que há por vir.

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Amon
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Sex Nov 20 2015, 14:34

2.Oeste




Enquanto caminhava ele tentava reconhecer de onde seriam aqueles estranhos viajantes, viajara por todo o deserto com o circo ao menos uma ideia devia ter (ou não).
O homem demônio pouco a pouco se aproximava, imaginando a melhor forma de se apresentar à comitiva. Quando estes parassem começaria a dedilhar uma suave melodia

- senhores de todo deserto,
peço a vossa atenção,
por simples moedas de prata
lhes darei a canção
sobre mistérios e mitos,
fatos reais ou não (não, não, não). -



Caso os viajantes parassem para ouvir, e o pagassem obviamente, o bardo cantaria uma musica com o tema de viagens e ao fim perguntaria - Meus caros mercantes, este humilde musico está lisonjeado pela atenção de tão ilustres espectadores, de onde vem e oque trazem para nossa úmida cidade das dunas quentes? - se houvesse uma mulher aparentemente bela entre os mercantes ainda se aproximaria e beijaria sua mão, com uma piscadela.


off: Post rápido pq né, foi meio em cima da hora, fiquei sem net esses dias

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Sex Nov 20 2015, 23:39

ROLAGEM DE DADOS!

TABELA GERAL:
Citação :
VD 15 - Fácil
VD 20 - Moderado
VD 25 - Difícil
http://dragondreams.forumeiros.com/t60-atributos

1d20 + Mod.Atributo + Mod.Narração


- Rojjo ( Ausente )

Possíveis Ações (VD-20):

Devido sua ausência e sua situação complicada irei rolar um d20 e dependendo do quanto ele der irei dar uma continuidade a sua historia. Sabendo que poucos pontos deu ruim e bons pontos deu bom. Creio que acima de 15 já é algo aceitável mas continua em maus lençóis... então vamos lá.

Quantidade aleatória (1,20) :
19

- Wing ( Ausente )

Possíveis Ações (VD-10):

Devido sua ausência irei rolar um d20 e dependendo do quanto ele der irei dar uma continuidade a sua historia. Sabendo que poucos pontos deu ruim e bons pontos deu bom. Não é tão difícil quanto o do nosso caro amigo enrascado, mas né...

Quantidade aleatória (1,20) :
11

- Amon

Prosseguimento da Conversa e gosto de seu poema. (VD-15):

Quantidade aleatória (1,20) :
18

Mod.A.(CAR) = +3
Mod.N. = -1

- Furanjiru

Segredo (VD-25):



Quantidade aleatória (1,20) :
13

Mod.A.(CAR) = -2
Mod.N. = 0

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   Qua Jan 13 2016, 21:01

A garoa típica caia infinitamente, criando córregos e ecoando com o costumeiro som de chuva. Pelo constante clima úmido e nublado, os ânimos em Dunas Quentes eram um pouco depressivos e desanimados. A caravana prosseguia sua viagem enquanto Amon exibia suas habilidades artísticas, chamando atenção dos transeuntes e de alguns integrantes daquela comitiva de comerciantes. Após terminar sua exibição melódica e proferir suas palavras de indagação, um homem de idade mais avançada e apoiado em um cajado de madeira antiga se aproximava do rapaz demoníaco. Sua voz era roca e grave.

- É bom ver um rapaz animado por essas bandas, é sempre bem melancólico. Eu sou Jozéf, um dos comerciantes da caravana. Viemos de bem longe e estamos percorrendo o reino, precisamos partir para um outro continente e dinheiro é necessário.

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Cidade de Dunas Quentes   

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