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 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa

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AutorMensagem
DEV.Rigel
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MensagemAssunto: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa   Qua Nov 11 2015, 00:03

Cidade Suspensa



A cidade é formada por vinte árvores principais ao todo, cada principal é rodeada de diversas outras árvores e suas pontes, alcançando uma grande extensão de toda a floresta dos túmulos. São divididas em exatos números para cada principal, desde a região mais baixa, até a mais próxima do topo das árvores. Mesmo a mais baixa área, ainda é bastante elevada em relação ao solo.




Auran e a Árvore 4



Nas tavernas mais cheias da árvore quatro se encontrava Auran, como sempre bebendo e esperando sua mestra Yan Sid que a tempos havia sumido. Estava cabisbaixa e ainda segurando seu copo de hidromel:

- Auran, de novo aqui ?! Os outros Druidas pareciam preocupados, mas eu falei que poderia estar na taverna. Já está de manhã e você não estava nem em casa!

Muriel, uma druida que tem acompanhado o dia dia de Auran estava por perto, a pouco tempo ela conheceu a mesma em uma das noites de bebedeiras dos druidas, mas todos já conheciam sua fama de urso bêbado que as vezes diz coisas depressivas, mesmo que prefira se isolar, todos sabiam que a vanali alcoólatra caminhava sozinha pela floresta e preferia não ter ninguém por perto. Do lado de fora as folhas se mexiam forte, o vento estava acima do normal e junto dele vinham neblinas densas para toda aquela cidade.

- Vamos, não precisa ficar bebendo aqui de novo, você precisava relaxar um pouco, quer conversar ?

Alguns druidas que estavam fazendo a vigia se moviam la fora, outros que voavam, apenas voltavam para as árvores, esperando a neblina densa passar.
Muriel:
 




Dalyor e a Árvore 7


Alguns galhos batiam a janela de Dalyor, estava ainda de manhã, mas os ventos não perdoavam. A neblina por sua janela começava a tomar conta do lugar e Binx parecia um pouco agitada, fazia um pouco de barulho, devia estar querendo acordar seu mestre.

- Droga, porque o dia começou assim ?! Vamos tentar juntar os druidas que pudermos para checar se não há alguém praticando magia por perto!

Eram alguns vanalis conversando alto do lado de fora, próximo a casa de Dalyor, a cidade parecia agitada logo de manhã. Mas os habitantes não pareciam estar animados com aquela ventania anormal, caçadores protegiam seus animais voadores dos ventos fortes e os animais terrestres pareciam atacar o vento com seus sons.

Alguns se movimentavam de cima para baixo sobre as pontes, alguém devia ter alguma informação do que poderia estar acontecendo. Se eram realmente algo da natureza, alguma intervenção divina ou alguém conjurando magia de forma inadequada próxima a cidade.



Faervel e a Árvore 6


Estava a andar e já havia percebido naquela manhã que o dia estava agitado. Os vanalis se moviam de cima a baixo, o vento forte e a neblina densa era incomum. Os druidas que podiam voar, pousavam pouco a pouco, sua visão estava impossibilitada pela neblina:

- Droga, porque o dia começou assim ?! Vamos tentar juntar os druidas que pudermos para checar se não há alguém praticando magia por perto!

Ela pode ouvir uma voz masculina vinda de um pequeno grupo de vanalis, que gritava a todos enquanto descia da árvore sete a árvore seis. Passando por Faervel, Girion parava brevemente a frente da mesma:

- Você vem Faervel ?! Precisamos de druidas para observar a floresta. Alguns estão dizendo que alguém possa estar conjurando algum tipo de magia estranha. Qualquer coisa nos encontre na árvore três!!

Continuava a descer, se juntava ao grupo e dirigia-se para as outras árvores abaixo. Alguns caçadores protegiam seus animais voadores, enquanto os terrestres produziam seus barulhos, como se realmente algo estivesse muito errado.
Girion:
 




TODOS

- BUOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOHN!!

Um alto berrante era tocado. Era um anúncio para reuniam de vigias, todos que pudessem observar a floresta seja como druidas ou quem mais pudesse rastrear sem ser descoberto, estava sendo chamado. O som parecia vir da árvore três.
Spoiler:
 
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Kiodo
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa   Qua Nov 11 2015, 18:28

Os galhos batiam na janela, o vento estava forte e uma densa neblina invadia sua moradia. Binx estava agitada e tentava acordar Dalyor, o vanali abria seus olhos e estendia seu braço para Binx pousar, acariciava a pequena coruja enquanto recitava de forma doce. - Calma minha pequena, está tudo bem.

O elfo levantava de sua cama, carregando consigo em seu braço a pequena Binx. - Droga, porque o dia começou assim ?! Vamos tentar juntar os druidas que pudermos para checar se não há alguém praticando magia por perto! O vanali conseguia escutar uma conversa do lado de fora próxima a sua casa. 'Algo parece está errado.' A intuição parecia está dizendo que naquele dia havia algo diferente, Dalyor saiu de sua casa protegendo Binx dos fortes ventos e de forma acelerada para encontrar com o grupo de Vanalis que estavam nas proximidades. - Hey... Eu irei ajudar vocês sendo que a melhor coisa que temos que fazer é um reconhecimento inicial, essa neblina não está me agradando e não parece ser algo tão simples assim. Melhor todo mundo ficar em alerta e avise ao Arhangon que se algo acontecer com o grupo que sair para reconhecimentos todos os outros vanalis fiquem na cidade e a defendam. Que a natureza nos proteja.

Os grupo de Vanalis ficavam um pouco indeciso com as falacias do homem e retrucavam. - Por que você está dizendo isso irmão Dalyor, sabe de alguma coisa? O elfo iria acariciar a cabeça de Binx e em seguida recitaria com entonação de preocupação. - Não meu irmão, infelizmente esse é meu medo, eu não sei o que é isso e minha maior preocupação foi essa pequena coruja. Hoje ela estava muito agitada querendo me acordar de qualquer maneira ou seja algo deve está errado. Lembre-se os animais consegue escutar a natureza com mais clareza do que nós irmãos, então não devemos baixar nossa guarda dessa maneira. Por favor preparem um grupo de reconhecimento com os druidas e deixe-me eu e minha grande guerreira guia-los dessa vez. Assim que o grupo for montado me aguardem na arvore mais próxima do solo.

O vanali iria voltar para sua residencia junto com a pequena coruja e assim iria recitar. - Binx eu sei que você vai querer me ajudar, sendo que os ventos estão estranhos hoje. Por favor fique dentro do meu casaco quietinha ta. O elfo então pegaria sua pequena coruja daria um beijo na testa e a colocaria dentro de suas vestes com cuidado para não machucar seu animal, mantendo a face do animal exposta para que o mesmo não fique sufocado. O vanali iria coletar todos seus equipamentos e partir em direção a arvore mais próxima ao solo.

____________________________________________________



Última edição por Kiodo em Qui Nov 12 2015, 02:49, editado 2 vez(es)
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Badlands
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa   Qua Nov 11 2015, 21:12



Antes da tempestade...
Post: 1 X Humor: Apreensiva X Localização: Árvore 6 X Destino: Árvore 3
Agitados pelo vento constante, os cabelos de Elanor dançavam como uma chama em torno do rosto sereno que parecia meditar de olhos fechados alheio ao que ocorria ao seu redor. A cidade estava movimentada, vozes preocupadas chegavam com o vento. A natureza parecia também inquieta.

É… Acho que não vou poder ir hoje. Franziria os lábios avermelhados, numa expressão distante. Não fazia mais do que alguns dias que ela havia completado 70 anos e hoje ela havia acordado determinada a se unir a um dos grupos que ajudavam a cidade. Talvez ajudar a colher ervas, cuidar dos doentes, ou até mesmo participar da patrulha. Sendo uma druída talvez não fosse algo tão impossível. Entretanto com toda a agitação que ocorria ao seu redor, hoje não parecia um bom dia para abordar o Escolhido ou qualquer outro. Mas o que poderia estar acontecendo? Seguiria um tanto perdida, procurando uma pista que pudesse lhe indicar algo.

Você vem, Faervel ?! — pega de surpresa, a jovem voltou-se rapidamente para um Vanali já conhecido. Girion parecia estar com pressa. — Precisamos de druidas para observar a floresta. Alguns estão dizendo que alguém possa estar conjurando algum tipo de magia estranha. Qualquer coisa nos encontre na árvore três!!

Tudo o que a jovem pôde fazer foi assentir rapidamente enquanto tentava formular uma resposta que no final não saiu. Seu corpo, entretanto, era mais rápido e já rumava para a árvore três em passos rápidos, que evoluíram para uma corrida quando ouviu um alto berrante.

Algo realmente está acontecendo! Era estranho e um tanto assustador. Elanor tentava recordar se algo semelhante tinha ocorrido, mas nada vinha a mente. Será o Exército Real? Era o que ela achava que podia acontecer de pior quando um vislumbre do passado passou por seus olhos: uma nuvem negra de criaturas expelida pela Torre Negra que tudo em seu caminho devoravam. Engolindo seco a ruiva correu ainda mais depressa.

Elanor esperava que na Árvore 3 ela encontrasse alguma explicação para o que estava perturbando a paz da cidade, mas em seu íntimo já estava resoluta para fazer o que pudesse para ajudar. Se eles precisavam de alguém para observar a floresta, ela não hesitaria em se transforma numa águia e voar em direção daquilo que poderia ser um perigo para todos.

Girion, no que posso ajudar?
Thanks Panda


Última edição por Badlands em Qui Nov 12 2015, 02:56, editado 1 vez(es) (Razão : Adicionando o template, corrigindo alguns erros e testando cores novas =D)
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DEV.Rigel
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa   Ter Nov 17 2015, 03:05

Faervel

Determinada, ainda estava pensativa em como ajudar a cidade na qual a acolheu após tanto tempo sozinha vagando pela floresta. E parece que o dia que iam precisar da jovem vanali havia chegado. Com a forte neblina e os ventos sinistros, a movimentação na cidade era grande e assim Girion já convidava sua amiga a se juntar a eles para observar e ver o que podia estar acontecendo naquele dia.

Caminhava rápido em direção a árvore três, o som do berrante a fazia correr, queria chegar la depressa, queria entender o porque de toda a agitação, do porque aquele clima estranho. Em sua mente parecia vir visões de um momento que já aconteceu a um tempo atrás em larga escala, mas ele não tinha um clima estranho como atualmente.

Muitas dúvidas sobre tudo e assim que alcançava a árvore três, ela pode enxergar muitos vanalis reunidos, alguns com seus animais e outros de árvores muito distantes. Parecia que todos os que tinham a capacidade para rastrear e/ou descobrir alguma informação sobre o acontecido, estavam ali. Uma larga região era a árvore três, com diversos salões largos o suficientes em diversos troncos, principalmente o tronco da árvore três, o principal contendo apenas o líder Arhangon Folhasverdes, um sacerdote com muitos anos de vida, com muitas rugas e um cabelo fora do comum. No salão principal contém mecanismos de som ultrapassados, para que todos o pudessem ouvir em cada salão da região da árvore três:

Girion, no que posso ajudar?

Girion se virava para Faervel e via que a mesma havia chegado:

- Que bom que chegou!! Vamos ouvir o que o Arhangon tem a dizer e vamos ver no que podemos ajudar..




Dalyor

Aquele dia estranho para todos, Dalyor ouvia as conversas do que poderia estar acontecendo de estranho la fora e rapidamente saia de sua casa, recostava Binx sobre seus braços e a protegia dos ventos fortes, enquanto corria para alcançar algum dos grupos de vanalis que estava indo se reunir na árvore três:

- Hey... Eu irei ajudar vocês, sendo que a melhor coisa que temos que fazer é um reconhecimento inicial, essa neblina não está me agradando e não parece ser algo tão simples assim. Melhor todo mundo ficar em alerta e avise ao Arhangon que se algo acontecer com o grupo que sair para reconhecimentos, todos os outros vanalis fiquem na cidade e a defendam. Que a natureza nos proteja.

Com um pouco de pé atrás, os vanalis se entreolhavam, sabiam que Dalyor podia estar falando algo correto, mas também sabiam que deviam ouvir as palavras de Arhangon sobre o assunto:

- Por que você está dizendo isso irmão Dalyor, sabe de alguma coisa?

- É Dalyor, eu acredito nisso também. Primeiro vou ouvir as palavras de Arhangon sobre, mas é sempre bom ouvir tudo de um irmão.

O caçador então começava a acariciar sua pequena companheira diante de toda aquela ventania, ainda com muitos vanalis passando por eles e descendo até a árvore três. Dalyor estava preocupado com tudo:

- Não meu irmão, infelizmente esse é meu medo, eu não sei o que é isso e minha maior preocupação foi essa pequena coruja. Hoje ela estava muito agitada querendo me acordar de qualquer maneira, ou seja, algo deve está errado. Lembre-se os animais conseguem escutar a natureza com mais clareza do que nós irmãos, então não devemos baixar nossa guarda dessa maneira. Por favor preparem um grupo de reconhecimento com os druidas e deixe-me eu e minha grande guerreira guia-los dessa vez. Assim que o grupo for montado me aguardem na arvore mais próxima do solo.

Se retirava e voltava para sua casa, deixando todos novamente um pouco confusos e se entreolhando. Ao chegar em casa, o vanali ainda estava muito preocupado com sua companheira:

- Binx eu sei que você vai querer me ajudar, sendo que os ventos estão estranhos hoje. Por favor fique dentro do meu casaco quietinha ta.

Binx compreendia, o caçador lhe dava um beijo na testa e a posicionava cuidadosamente dentro de suas vestes para protegê-la. Recolhia seus pertences e armas para então bater em retirada a árvore mais baixa.

Chegando na árvore três, ele via diversas pessoas reunidas e todas esperando Arhangon falar algo. Ele estava na arvore central, a exata árvore três:

- Dalyor..

Um dos vanalis do grupo anterior, Joshua, havia reunido mais três outros vanalis para fazer reconhecimento com Dalyor:

- Consegui convencer o Tinn, que é caçador igual a você, mas ele tem um lobo e ele disse que pode ajudar em guiar com seu senso bom de rastreamento.

Apontava para o mesmo, que sorria e cumprimentava Dalyor:

- E esses dois são Hawk, o sacerdote e Bramh o outro druida além de mim!

Chiados vinham daquele antigo mecanismo de som.

NPC's:
 



PARA OS DOIS, REUNIÃO DOS VANALIS PARA RECONHECIMENTO


A árvore três, diferentemente de todas os outras regiões, parecia ser mágica e encantada. A neblina não tomava conta dos salões ou da visão de todas as árvores. Podia se ver pequenos grãos de luz que vagavam aleatoriamente o lugar, em perfeita quantidade e escala, apenas deixando o lugar mais bonito. As caixas precárias e tomadas pela natureza, começavam a chiar, chamando a atenção de todos que estavam ali. Aos poucos o silêncio tomava conta dos salões e assim que a atenção de todos estava voltada para Arhangon, este iniciava seu discurso:

- Bom dia queridos sangues de Arka!! Eu vos acionei pelo berrante e chamei uma boa parte dos Vanalis aqui para uma certa reunião.. - pausava ligeiramente enquanto tossia um pouco - Como puderam ver já hoje de manhã, os ventos e a neblina densa estão acima do comum. Nossos companheiros animais estão se sentindo perturbados e praguejando ao nada. Nada disso é normal e apenas aconteceu uma vez algo parecido, a única vez que vimos uma grande parte do Exército de Eodom ajudar a Floresta dos Túmulos de problemas.... - começava novamente a tossir, respirava fundo e retornava ao discurso - Desta última vez, não haviam ventos, apenas neblina. Então todos que são capazes de rastrear, observar, conhecer e explorar. Peço que nos ajudem, vos ajudem, ajudem a natureza. Precisamos entender o que está acontecendo, quem puder, se organizem em grupos e explorem. Quando alguém encontrar uma resposta, retorne..

Outra pausa, mas dessa vez não eram tosses, Arhangon juntava as mãos e parecia começar a recitar em baixo tom algumas palavras. Todos começavam a ficar curiosos e tentando entender as palavras do mesmo, ele dizia em alto tom:

- TAIKOS VIZIJA!!

Uma onda de luz se propagava do salão principal, mais precisamente de Arhangon, alcançando todos que estavam ali reunidos. Os olhos de todos pareciam agora enxergar as auras de seus amigos ali presentes, assim como uma profunda paz alcançava seus corações:

- Quando alguém encontrar uma resposta, suas visões voltarão ao normal. Basta virem para a cidade novamente, que lhes direi o que é. Os que não puderem ajudar na exploração de informações, fiquem em suas árvores, protejam seus filhos e estejam preparados para qualquer coisa. Que a natureza nos proteja!!

Todos respondiam em voz alta, repetindo sua última citação. Como algo que todos os vanalis comumente citam quando se despedem dos outros. Os grupos começavam a se mover, alguns simplesmente iam descanso de galho em galho, saltando, outros escorregando pelos cipós e os menos habilidosos, corriam pelos largos caminhos que desciam logo abaixo do salão principal da árvore três, e saiam por baixo do solo próximo a árvore. Os grupos se espalhavam para diversas direções, os ventos pareciam se tornar mais fortes e a neblina mais densa, o que poderia estar esperando por todos ?
Arhangon Folhasverdes:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa   Qui Nov 19 2015, 02:23



O Início da Busca
Post: 2 X Humor: Confiante X  Localização: Árvore 3 X Destino: Solo
Que a natureza nos proteja.

Murmurou Elanor baixinho, apreciando aquele momento de paz eterna que não iria durar. Agora que suas apreensões haviam acabado só lhe restava seus pensamentos para lhe dizer que mesmo que estivesse em paz, ainda deveria se manter atenta.

Girion, eu vou acompanhar algum grupo que vá por terra. Com essa neblina que deve estar ainda mais densa no solo, não vou conseguir enxergar nada voando… Por onde você planeja ir?

Ouvindo a resposta do Vanali, se ele fosse tomar um caminho diferente, ela tocaria seu braço e num assentimento breve um tanto preocupado diria:

Que a natureza nos proteja.

No entanto, se ele resolvesse seguir com ela, um sorriso fraco surgiria em seus lábios acompanhado de um leve menear da cabeça. A passos decididos, Elanor, então, desceria correndo junto aos outros pelos caminhos que guiavam até o solo abaixo da Árvore 3.

Lá, ela se juntaria a algum grupo que parecesse ter menos Vanalis, dando uma preferência maior a algum grupo que ainda não tivesse druídas ou tivesse poucos. Afinal, se algum grupo avistasse algo, alguém teria que voltar o mais rápido possível para a Cidade Suspensa e alertar a todos o que lhes esperava.

Assim que avistasse um grupo propício ela correria em sua direção e diria:

Irmãos, posso acompanhá-los?

Se recebesse uma negativa, ela procuraria outro grupo aceitando rapidamente a decisão. Entretanto, se recebesse uma uma afirmativa, ela menearia afirmativamente a cabeça, tomando seu cajado em mãos e tentando acompanhar o ritmo do grupo. Seus olhos e ouvidos sensíveis ao seu redor, tanto para o que procuravam, como para o perigo eminente que somente estar na Floresta dos Túmulos lhes proporcionava.

Eu posso ajudar. Pensaria confiante, Elanor. Até poucos dias atrás ela não podia sair numa missão perigosa como aquela, mas ela definitivamente poderia ser útil tanto para eles como para a cidade. Ou pelo menos, assim ela desejava com todas as suas forças.

Arka, eu não posso decepcioná-los!
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa   Sex Nov 20 2015, 11:32

No caminho para a árvore trés, um vanali que estava no grupo que Dalyor havia conversado anteriormente, chamava sua atenção e dizia. - Dalyor.. Consegui convencer o Tinn, que é caçador igual a você, mas ele tem um lobo e ele disse que pode ajudar em guiar com seu senso bom de rastreamento. E esses dois são Hawk, o sacerdote e Bramh o outro druida além de mim! O caçador dava um pequeno sorriso e em seguida recitava em tom de gratidão. - Obrigado por confiarem em minha habilidade irmãos, que a natureza nos traga suas benças e suas proteções.

O grupo continuava seu caminho para a árvore três, chegando na árvore três notava que todos os vanalis ou a grande maioria deles estavam presentes no local e a beleza que encantava o cenário com a magia daquela árvore milenar era exuberante. ’Anos e mais anos e esse local ainda continua assim… inacreditável.’ O vanali se perdia brevemente em seus pensamentos, entretanto não havia muito tempo para pensar pois o pronunciamento de Arhagon iniciava. - Bom dia queridos sangues de Arka!! Eu vos acionei pelo berrante e chamei uma boa parte dos Vanalis aqui para uma certa reunião.. - pausava ligeiramente enquanto tossia um pouco - Como puderam ver já hoje de manhã, os ventos e a neblina densa estão acima do comum. Nossos companheiros animais estão se sentindo perturbados e praguejando ao nada. Nada disso é normal e apenas aconteceu uma vez algo parecido, a única vez que vimos uma grande parte do Exército de Eodom ajudar a Floresta dos Túmulos de problemas.... - começava novamente a tossir, respirava fundo e retornava ao discurso - Desta última vez, não haviam ventos, apenas neblina. Então todos que são capazes de rastrear, observar, conhecer e explorar. Peço que nos ajudem, vos ajudem, ajudem a natureza. Precisamos entender o que está acontecendo, quem puder, se organizem em grupos e explorem. Quando alguém encontrar uma resposta, retorne..

Arhagon fazia uma pausa dessa vez não era para tossir, recitava algumas palavras baixas que deixavam o vanali curioso, em alto e bom tom o vanali ancião recitava. - TAIKOS VIZIJA!! Uma forte luz que iniciava pelo Arhagon e se propagava por todo local, tocava os olhos de Dalyor e seu coração ficava imundado com uma calmaria inexplicável, os olhos se transformava como uma especie de sensor reconhecendo a aura de vida de todos os seus companheiros. - Quando alguém encontrar uma resposta, suas visões voltarão ao normal. Basta virem para a cidade novamente, que lhes direi o que é. Os que não puderem ajudar na exploração de informações, fiquem em suas árvores, protejam seus filhos e estejam preparados para qualquer coisa. Que a natureza nos proteja!!

- Que a natureza nos proteja! Arhagon terminava seu pronunciamento e sua ultima citação era repetido por todos que estavam presente no local. Caso existir algum pedido de um outro vanali para compor o grupo e for necessária a opinião de Dalyor o mesmo iria falar. - Acho que toda ajuda seria bem-vinda, entretanto a decisão fica por conta de vocês irmãos. Dalyor então caminhava junto ao seu grupo e chegando na árvore dois, o vanali iria retirar sua coruja e de suas vestes e a colocar em seu ombro e assim recitaria. - Binx, não voe muito alto e não fique muito distante de mim, caso pressentir algo estranho em relação aos ventos, venha em minha direção o mais rápido possível e segurasse em meus ombros com toda força, não se preocupa se suas guarras me machucarem. Assim o vanali deixaria Binx livre de suas vestes e pronta para voar sempre que preciso. Chegando em solo o elfo a primeira coisa que o elfo iria fazer era avaliar o seu redor, observando a movimentação das arvores. Se notar que nesse aspecto nada parece diferente o mesmo iria avaliar o solo a busca de pegadas de animais, tentando descobrir qual foi o tipo de reação dos animais que estavam naquela floresta. Qualquer informação descoberta Dalyor iria passar para seus companheiros em tonalidade média e de forma clara e séria. Se existir algum tipo de som ou movimentação estranha o vanali armaria seu arco e apontaria para o local de onde viera essa ameaça, se for realmente necessário iria disparar e se a ameaça for muito mais perigosa do que o imaginável o elfo iria recitar para todos do grupo recuarem, porem Dalyor ajudaria qualquer ser que estivesse em perigo ou precisando de ajuda. E caso nenhum ser precisasse de ajuda e todos estivessem recuando o Vanali ficaria defendendo o grupo enquanto todos recuavam, ficando um pouco mais para trás do grupo e atirando suas flechas da forma mais rápida possível.

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa   Sex Nov 20 2015, 23:22

Dalyor e Faervel

Ganho: 50 de EXP para ambos os players. Podem pedir atualização em suas fichas.

A aventura de vocês continua -> AQUI

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa   

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1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Cidade Suspensa
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