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● Cidade Suspensa (1/3)
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 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua

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Kiodo
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MensagemAssunto: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Seg Nov 09 2015, 22:30



Um clima com muitas nuvens o sol estava pouco aparente, o vento úmido soprava calmamente naquela cidade deixando o clima ameno. Niglarágua é uma cidade pequena e bastante distinta por causa de suas engrenagens colossais em formato de pás que faziam a cidade navegar pelos Pântanos Tortuosos , todas suas ruas são movimentas com cidadães de todas as raças. Homens e mulheres alguns jovens casais ou velhos com seus filhos para um passeio, outros andando sozinhos e outros caindo de embriaguez. Era visível também muitas carroças e caravanas que estavam abarrotadas de suprimentos para todo e qualquer tipo de comercio, também era visível algumas carruagem que talvez estivem levando pessoas importantes ou ricas.

Um humano que parecia viver a algum tempo naquela cidade estava em algum beco dos bairros pobres da região, três novos forasteiros estavam chegando naquela cidade para compor o grupo de aventureiros dessa região, um vanali, um elfo nobre e um outro humano. Todos possuíam seus próprios objetivos e buscavam por suas respostas ou por novos aliado.

Ao lado do qualquer havia uma região comercial com uma imensa variedades de lojas e no centro dessa região uma praça que tinha um robo recitando a mesma frase de forma repetida. - Avisos de Quadro, Está a trabalho de procura? O robô aparentava está em perfeitas condições de uso ou quase perfeitas,  no peitoral desse robô possuía um relógio analógico que tinha marcações do numero um até o dez e o ponteiro estava apontando o numero.

A cidade possuía um pouco de tudo por ser uma cidade navegante, fazenda, casas, lojas. Porem seis lugares eram conhecidos por qualquer pessoa, Vaertshus uma taverna de dois andares em seu primeiro andar um bar e no segundo andar alguns quartos para alugar e o dono era Tinker Barton. A guilda dos crocodilos armados uma guilda de guerreiros especializados em druidismo, a propriedade possuía três andares no primeiro era a entrada que parecia uma pequena taverna para atendimento dos soldados da guilda, no segundo andar eram quartos dos membros e no terceiro andar estavam os quartos dos lideres e as salas de reunião e controle da guilda o líder era conhecido como Granius. O único cemitério da cidade o seu nome era Black Snow Graveyard e todos conheciam o coveiro que se chamava Nabur. A imensa  torre de vigia que em sua base ficava a área do líder da cidade Alistar Rasti e muitos soldados o protegendo e no alto da torre ficava o considerado melhor soldado conhecido como Deatheye. O grande mercado The Quiet Table Tradepost um mercado imenso de itens em gerais sem possuir equipamentos ou armas e dois seres cuidavam um era um humano chamado Louis e um argolian chamado Hakaros  e obvio que havia também uns dos prostíbulos mais conhecidos do reino cuja seu nome era Royal Privite sanando os prazeres femininos e masculinos e uma donzela que era dona desse renomado estabelecimento que se chamava Elizabeth.

MAPA:
 

DESCRIÇÃO DO MAPA:
 

NPCS:
 

____________________________________________________



Última edição por Kiodo em Qua Nov 11 2015, 14:48, editado 1 vez(es)
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Zed
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Qua Nov 11 2015, 02:26


Em Niglarágua o clima não parecia ser dos melhores, ainda assim andava pelas ruas escondendo o rosto com o capuz, como sempre mantinha minha expressão neutra enquanto caminhava em direção a uma famosa taverna local, Vaertshus, como havia ouvido pela cidade.

Chegando ao local, não me dei muito trabalho de olhar atentamente procurando os menores detalhes do local, apenas me foquei em ir direto até o balcão onde o dono do lugar atendia. “Mais feio do que eu esperava.” Claro, não me atrevia a dizer aquilo em voz alta. – O que vai querer? – Perguntou o dono com um tom levemente agressivo.

- Cerveja, tem alguma? – Perguntei sem olhar diretamente a ele, mas a resposta não era lá das mais amistosas. – Não, não temos cerveja em uma taverna. Você é imbecil por acaso? – Embora não fosse de fato o mais brilhante dos humanos, a frase não se tornava menos ofensivas, não que me importasse.

Algum pouco tempo foi necessário para que trouxesse um caneco com o liquido pedido, tomando um gole da cerveja não havia nenhuma reclamação, e claro, se tivesse não diria para evitar problemas desnecessários, afinal tinha outro interesse naquele lugar além da bebida. – Não faz muito que cheguei na cidade, ainda ando meio perdido por aqui, saberia dizer se tem algum trabalho interessante por aqui? – Dito isto colocaria discretamente no balcão o pouco dinheiro que ainda tinha comigo(D$ 13) após ter gasto a maior parte do que tinha comprando minhas armas e armadura pouco tempo atrás. – Não sei se é o suficiente pra conseguir alguma coisa, mas é o que eu tenho no momento...
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Takezo
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Qua Nov 11 2015, 16:10

A estranhadez de Takezo era notável assim que pisava no portão de entrada da cidade de Niglarágua. O clima era algo muito parecido com as montanhas elevadas de onde originalmente vinha, porém, o cenário era completamente contrário. Grandes máquinas, diversidade de raças andando, grupos e grupos de pessoas, um cenário construido muito "moderno" para alguém que estava tão acostumado com pequenas vilas e com densas florestas.

"Esse lugar é tão esquisito... como as raças todas podem entrar num ecossistema tão diferenciado quanto o pântano que o rodeia... Chega a ser uma afronta a grandiosa natureza... Coitado deles, se um dia ela quiser reagir..." Seus olhos continuavam a passar em volta da cidade enquanto fazia suas pequenas observações. Notara um pequeno grupo à sua frente e, como precisava, tentaria conversar para obter informações.

"Creio que devo obter algum trabalho fora dessa cidade e ir embora o mais rápido. Acho que ficar aqui não deverá ser beneficiente para meu conhecimento. Quero aprender mais sobre florestas, outros meios ambientais e animais... não uma cidade metálica..."

O 'jovem' de 75 anos aproximava-se de um pequeno grupo de raça desconhecida que estavam próximos. Sinalizava com a mão direita para cima e tentava fingir um sorriso na cara. Algo que não parecia agradar ninguém, por isso retirava quase instantaneamente.

-Erm... boa... bom... dia. Eu ser druída. Eu procurar emprego. Erm... E-eu querer informações? Isso. E-eu... querer... ajuda.

Em um segundo o grupo que estava com um olhar mortífero e sério em suas faces começava a rir do vanalis. Eles começavam a caçoar a forma que o mesmo falava, enquanto olhavam um para o outro rindo. Um deles, que parecia entender um pouco da dificuldade de Takezo, colocava a mão no ombro do vanalis e falava. -Vá até um prédio de 3 andares. É uma guilda de druídas. Quem sabe você não encontra algo por lá? V-você-ê entender? O homem terminava dando ainda mais risada junto com o grupo dele.

Aquela situação não era nova para o jovem druída que sabia que tinha dificuldades de se comunicar bem com outras pessoas, principalmente outras raças. Aquilo era o medo e sua forma de tomar cuidado para não se abrir muito para "desconhecidos". Bom, apesar de tudo, tinha sua informação em mãos, logo, partiu tentando encontrar a tal guilda. Enquanto caminhava, tentava sempre perguntar sobre tal local, afinal, sua localidade não era tão bem explicada. Algumas pessoas não o levavam a sério e o ignoravam, enquanto outros até tentavam ajudar, mesmo contendo os risos.

Algum tempo depois, enfim, chegara na frente do tal prédio de três andares da guilda. Procurava trabalho e, quem sabe, não poderia fazer alguma parceria com alguém da guilda para conseguir algo interessante. Há também pelo fato que mais lhe interessou, um grupo de druídas, reunidos. Isso poderia ser muito benéfico para seu conhecimento e as informações que buscava sobre o mundo, mesmo que seja ouvindo pela boca de terceiros e não vendo pessoalmente.
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Nolan
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Seg Nov 16 2015, 02:22

Olhando ao meu redor só via possíveis vítimas cobertas de sangue, o meu braço direito inconscientemente descia para a empunhadura da minha adaga, mas ao perceber o que estava fazendo obrigo minha outra mão a parar este movimento da forma mais natural que eu conseguia. ~ Agora não, todos estes ridículos merecem morrer, como podem viver quando tudo de bom foi tirado de mim? Podem esperar suas criaturinhas insignificantes, eu farei vocês sentirem a dor que carrego em meu peito, bem devagar, fatiando cada parte dos seus corpos, arrancando parte a parte suas peles, fazendo vocês beberem o próprio sangue até morrerem de desidratação… ~ Quando volto do meu pequeno delírio estou ainda no meio da rua e pelo que eu saiba, dormir na rua em uma cidade grande não é a coisa mais inteligente a se fazer. Preciso construir uma vida estável nesta cidade, ter a confiança das pessoas para que nunca suspeitem de mim enquanto transformo esta cidade num reino de caos.

Como cresci neste lugar sabia que um dos melhores lugares para arranjar abrigo era Vaertshus, mesmo não curtindo falar com o idiota do Barton. Enquanto ia em sua direção passava a manga do robe pela minha testa, mesmo com a temperatura confortável eu suava por debaixo daquela montanha de pano em que eu me vestia. É claro que o clima não tinha 100% da culpa, todas as células do meu corpo clamavam pelo sangue das pessoas que me rodeavam, mas eu era inteligente o bastante para saber que caso fizesse alguma besteira naquele lugar a minha cabeça seria a próxima a rolar. Tento tirar qualquer pensamento hostil da minha cabeça, mesmo sendo difícil e continuo meu caminho para a taverna.

Conseguindo chegar lá sem nenhum acontecimento durante o caminho eu primeiramente limparia os pés em forma de respeito ao lugar (que nada, algum dia eu arrancaria a cabeça daquele idiota e banharia o local com seu sangue) e entraria no estabelecimento, então varreria o lugar com os olhos a procura do Tinker Barton. Onde ele estivesse eu me aproximaria e perguntaria:

— Quanto um alquimista precisa pagar para arranjar um quarto quentinho para lhe prover abrigo enquanto procura um emprego pela cidade? — Esperava realmente que desse para pagar com os D$: 11,00 Dragoleons que me restavam, se não o único jeito seria penhorar uma de minhas queridas adagas e isso não era uma coisa que eu estava disposto a fazer. Com a informação em mãos eu pensaria se o pagamento da estalagem estivesse ao meu alcance. Caso estivesse eu pagaria a estadia e depois perguntaria:

— Tinker, se é que eu posso lhe chamar assim, você poderia me dizer um bom lugar para que eu possa procurar por emprego? Sei lá, um alquimista local que precise de um aprendiz ou algo do gênero? Isto seria muito importante para eu me manter e pagar-lhe mais diárias, pense, um cliente para você que não destrua seu quarto, que não suje muito e que passe o dia todo fora, ambos só temos a ganhar se você me ajudar. — E terminaria com um sorrisinho na cara, espero que esse escroto me dê as informações, enquanto me ajudar sua morte ficará cada vez mais distante e diferente dos outros eu o tratarei bem rápido para que não sinta dor.

Eu ficaria atento a cada informação que o taverneiro estivesse disposto a dividir comigo e se  por um acaso ele me indicasse um alquimista na cidade e eu tivesse dinheiro suficiente para lhe pagar a estadia na estalagem eu pediria as chaves do meu quarto e guardaria a bolsa em algum lugar que não fosse visível inicialmente para uma pessoa espertinha que entrasse no quarto. Deixaria comigo apenas as duas adagas e a armadura de couro que eu vestia embaixo da bata (precaução nunca é demais) e o resto dos Dragoleons que sobrassem (caso sobre…). Caso o dinheiro não fosse suficiente eu perguntaria para ele se podia pagar com algum tipo de serviço, seja ele braçal ou de intelecto, mas nada relacionado a sexo, bordel era em outro canto da cidade e não ali, só espero que ele me indicasse um alquimista para me ensinar, seria o primeiro passo para o massacre que estaria por vir.
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Kiodo
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Seg Nov 16 2015, 15:22

Zachary

Preço da cerveja comprada:
1 á 3 igual á 10 D$
4 á 6 igual á 15D$

Quantidade aleatória (1,6) :
6

Informação de Tinker sobre trabalhos: (VD 15)
Quantidade aleatória (1,20) :
8

Mod.N: 0
Mod.A(CAR): +1

Maybe
Quantidade aleatória (1,20) :
19




Takezo

Informação dos Druidas sobre trabalhos diferenciados: (VD 19)
Informação dos Druidas sobre trabalhos: (VD 10)

Quantidade aleatória (1,20) :
10

Mod.N: +1
Mod.A(CAR): -2




Nolan

Maybe
Quantidade aleatória (1,20) :
19

Informação de Tinker sobre trabalhos e quartos: (VD 15)
Quantidade aleatória (1,20) :
2

Mod.N: +1
Mod.A(CAR): +2




Daenir

Situação pela ausência:
1 á 3: Enlouquecimento e ataque repentino em um guarda.
4 á 7: Perdido no pântano ao sair da cidade sem motivo aparente.  
8 á 16: Perdido nas ruas da Cidade.
17 á 20: Acabou se sentindo indisposto e ao desmaiar foi acolhido por guardas no qual o levo para o hospital.

Quantidade aleatória (1,20) :
13

____________________________________________________

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Seg Nov 16 2015, 18:31

Zachary

O humano chegava no local e foi recebido de forma peculiar o atendente era arrogante e recitava em uma tonalidade bruta. - O que vai querer? Alarmado o humano respondia. - Cerveja, tem alguma?, Não, não temos cerveja em uma taverna. Você é imbecil por acaso? O homem retrucava sem perder tempo, o humano ficava tentado a pedir uma cerveja e após alguns instantes era servido, enquanto degustava de sua cerveja notava um homem com muitas vestes adentrando o local para pedir informações a Tinker.

- Quanto um alquimista precisa pagar para arranjar um quarto quentinho para lhe prover abrigo enquanto procura um emprego pela cidade? A primeiro momento Tinker só ignorava o humano. Entretanto alguns segundos se passavam e o humano resolvia insistir com outra pergunta. - Tinker, se é que eu posso lhe chamar assim, você poderia me dizer um bom lugar para que eu possa procurar por emprego? Sei lá, um alquimista local que precise de um aprendiz ou algo do gênero? Isto seria muito importante para eu me manter e pagar-lhe mais diárias, pense, um cliente para você que não destrua seu quarto, que não suje muito e que passe o dia todo fora, ambos só temos a ganhar se você me ajudar.

Tinker um homem impaciente e arrogante respondia de forma grosseira. - Eu não quero saber o que você é ou deixa de ser. E se alguém que viveu nessa cidade ainda não consegue nem ler o menu que fica sobre o balcão mostrando os preços dos quartos, como você vai conseguir ler um anuncio de emprego? Eu não tenho tempo para perder com estúpidos. Aquele estranho homem saia do local, Zachary não soube distinguir os sentimentos daquele rapaz entretanto imagina que o homem saiu indignado do local.

Zachary se levanto e foi olhar o preço da cerveja que havia acabado de tomar. Um pouco desajeitado foi se aproximando do balcão e falava com Tinker. - Não faz muito que cheguei na cidade, ainda ando meio perdido por aqui, saberia dizer se tem algum trabalho interessante por aqui? Colocando o pouco dinheiro que tinha e ainda faltaria 2 D$. Ainda atrapalho o humano tentava se justificar. - Não sei se é o suficiente pra conseguir alguma coisa, mas é o que eu tenho no momento...

Por algum motivo Tinker concebia um acordo para o novato naquela cidade. - Que dia, que dia de merda, não tem como ficar pior... faça coisas boas que receberá coisas boas de volta, minha mãe dizia isso apesar de achar uma grande idiotice. Vamos fazer o seguinte novato, você lava as canecas e sirva os clientes e esqueço essa sua burrice.

Situação:
 



Takezo

O vanali buscava informações de forma um pouco desajeitava porem recebia a informação do prédio da guilda dos crocodilos armados e ao chegar o primeiro andar estava um alvoroço muitas pessoas se movimentando parecia acontecer algo importante naquele local. O jovem resolvia pergunta o motivo do alvoroço para um druida presente naquele local e acabava esquecendo da informação de trabalho naquele momento. - Erm. Eu ser novo druida… O-o que está acontecendo aqui? Talvez a forma um pouco enrola do rapaz fizesse o druida pensar que ele era novo na guilda e assim o respondeu. - O Prócer Granius irá fazer um pronunciamento, aguarde.

Takezo então ficava em formação junto a outros seguindo seus passos como se fizesse parte daquela guilda, eis que então um homem com mascará descia as escadas seus passos pareciam ser firmes para os olhos, porem para os ouvidos eram sutis e suaves os barulhos eram inexistentes. O homem parava em frente da escada e era saudado por todos com um gestos e começava o pronunciamento em uma voz grave e firme a tonalidade era alta. - MEU VELHO AMIGO ME DISSE QUE ESTÃO OCORRENDO COISAS ESTRANHAS NA FLORESTA DOS TÚMULOS E PEDIU PARA MIM TOMAR CUIDADO E CUIDAR DE VOCÊS. EU O CONHEÇO E ELE NÃO FICA PREOCUPADO POR POUCA COISA ENTÃO A PARTIR DE HOJE TODOS QUE FOREM SAIR DA CIDADE DEVEM FORMAR UM GRUPO DE NO MINIMO TRÊS PESSOAS.

Após aquele pronunciamento todos saudavam como uma forma de agradecimento pela proteção concebida de Granius. O líder daquela guilda voltava a subir os andares, o incomum foi que o vanali estava no local errado e ainda sim ouviu tudo aquilo. E os outros druidas começavam a se agrupar alguns pareciam querer continuar na guilda e outros estavam enfrente a um quadro, servindo os presentes estava uma moça. O que o vanali faria sabendo do possível risco que estava vindo de suas terras?



Nolan

Pensamentos hostis do homem que faziam que o mesmo parecesse um psicopata acabo passando despercebido, talvez pela alta movimentação de pessoas ou da falta dos druidas nas ruas apenas eram vistos os guardas da cidades. Entretanto o homem se contia e iria em direção a taverna buscando informações e abrigo conhecia bem aquela cidade e as grandes personalidades que vivem. Chegando na taverna logo notava o arrogante Tinker, que reconhecia aquela humano. - Quanto um alquimista precisa pagar para arranjar um quarto quentinho para lhe prover abrigo enquanto procura um emprego pela cidade? A primeiro momento Tinker só ignorava o humano. Entretanto alguns segundos se passavam e o humano resolvia insistir com outro pergunta. - Tinker, se é que eu posso lhe chamar assim, você poderia me dizer um bom lugar para que eu possa procurar por emprego? Sei lá, um alquimista local que precise de um aprendiz ou algo do gênero? Isto seria muito importante para eu me manter e pagar-lhe mais diárias, pense, um cliente para você que não destrua seu quarto, que não suje muito e que passe o dia todo fora, ambos só temos a ganhar se você me ajudar.

Tinker um homem impaciente e arrogante respondia de forma grosseira. - Eu não quero saber o que você é ou deixa de ser. E se alguém que viveu nessa cidade ainda não consegue nem ler o menu que fica sobre o balcão mostrando os preços dos quartos, como você vai conseguir ler um anuncio de emprego? Eu não tenho tempo para perder com estúpidos. O homem por impulso saia da taverna estava irritado e caminhava pelas ruas reclamando por um tempo sem possuir algum rumo definido, entretanto em nenhum momento ficava perdido. Um velho senhor segurava o homem e perguntava de forma simpática. - Aconteceu alguma coisa meu jovem, precisa de algo?



Daenir

O elfo que só havia vivido com o seu mestre em um floresta sem se recordar de sua cidade ficava maravilhado com Niglarágua, talvez as remotas lembranças de uma cidade que viveu ou talvez a falta de lembrança de um local que nunca tinha vivenciado fizeram com que Daenir caminhasse olhando e se encantando ao seu redor. Em um momento de distração quando o elfo notava o que acabava de fazer, não estava mais reconhecendo o lugar.

Situação:
 




NPCs:
 

Localidades Descobertas:
 

ERROS:
 

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Zed
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Sex Nov 20 2015, 00:44

Não estava bem nos meus planos já começar minha aventura criando dividas, na verdade sequer esperava que um simples copo de cerveja pudesse ser tão caro quanto o que havia me sido cobrado. Até pensei em contestar o valor, mas antes que o fizesse havia me sido oferecida uma solução alternativa para pagar minha dívida. “Trabalhar na taverna?” Pensei comigo mesmo enquanto me dava ao trabalho de observar a quantidade de gente no local.

Esse tipo de estabelecimento sempre fora um ícone e uma referência sempre que o assunto “obter informações” era mencionado, provavelmente era o ponto de partida para muitas jornadas, inclusive fora justamente a escolha que havia tomado a princípio, mas pensando um pouco aquela proposta não parecia das piores. “É a chance perfeita de conseguir alguma informação de graça.” Claro, ainda era difícil acreditar que só por estar ali as informações viriam a mim por livre e espontânea vontade, era algo que teria de adquirir usando minhas capacidades.

Arrisquei-me a fingir um sorriso falso. – Claro, e desculpe. – dizia coçando a nuca aparentando estar arrependido do erro, mas não que realmente estivesse, apenas não queria que o sujeito esquisito percebesse isso. – Vou começar agora mesmo.– Primeiramente iria criar prioridades, não que realmente soubesse quais deveriam ser elas, apenas podia tentar presumir baseado em senso comum.

Observando a clientela no local, tentaria identificar quais clientes ainda não haviam sido atendidos, para saber se haviam ou não sido, apenas tomaria a mesa como resposta, uma mesa vazia significava que estavam aguardando o pedido ou simplesmente por atendimento. Em seguida, quando tivesse identificado quais clientes precisavam de atenção procuraria por qualquer outro funcionário atém de mim e do próprio taverneiro, se houvessem poucos clientes e ao menos um único atendente, iria dirigir minha atenção a cozinha temporariamente.

Em qualquer momento que viesse a cozinha para ajudar na lavagem de canecas e outras louças que pudessem estar por ali, iria tentar resolver o mais rápido possível tal assunto, afinal para alguém que queria informações a cozinha era o pior lugar para se perder tempo. Lavaria a louça o quão rápido fosse possível, claro, também tomaria cuidado para não quebrar nada ou deixar sujo o que quer que estivesse lavando, não iria querer aquela aberração de taverneiro atrás da minha cabeça por que havia deixado uma caneca suja.

Quanto tivesse terminado com a louça, voltaria a prestar atenção nos clientes, indo de mesa em mesa que estivesse vazia de qualquer outra coisa além do cliente. – Já foi atendido?– Perguntaria sempre usando um sorriso simpático quase forçado, expressões faciais não eram lá meu forte.

Depois da pergunta iria apenas partir até a próxima mesa caso já estivesse aguardando seu pedido ou simplesmente se não desejasse nada. Mas do contrário, anotaria o pedido se tivesse meios, ou apenas tentaria reconhecer o rosto e posição do cliente na taverna antes de fazer o pedido ao responsável pelo preparo dos mesmos.

Durante minhas idas e vindas entre as mesas, concentrava não apenas em servir aos clientes, era apenas o pretexto que usava para livremente poder caminhar no local tentando ouvir suas conversas ou qualquer coisa que pudesse parecer atrativo a um assassino aventureiro como era. E em meio a tal trabalho conseguia escutar por acidente algum comentário a respeito de um trabalho.

Levei algum tempo observando a direção originaria do som até reconhecer a voz que havia dito tais palavras, mas enfim conseguia reconhecer uma pessoa, uma garota provavelmente que vestia-se de forma um tanto incomum, de qualquer forma, ela se destacava próximo aos outros clientes. – Desculpe... – Tentei chamar sua atenção, e não demorou muito para que ela virasse em minha direção. – Não sei se ouvi corretamente, mas acredito que você seja uma aventureira, certo? – Ela assentia com a cabeça. – Acabei ouvindo sobre um trabalho... – Tive de parar por um momento para pensar em como continuar a conversa, o quão estranho era simplesmente pedir para ser incluso? Bom, tinha de tentar...

- Eu sou um aventureiro também, um novato na verdade, eu cheguei na cidade não tem muito tempo e estava pensando se é possível que me juntasse a você, como pode ver eu estou... Bem... Falido praticamente... Mas garanto que seria útil se tivesse a chance. – A garota estava se preparando para responder algo quando pude ouvir quase um urro próximo ao balcão onde estava o dono do local. – VAI FICAR ATÉ QUANDO MATANDO TEMPO, TEM CLIENTES PRA ATENDER. – Não que tivesse medo daquele... homem? Mas ainda assim não era bom acabar com o disfarce. – DESCULPE! – Respondi em uma altura semelhante apenas diferenciado pelo tom de voz. – Eu ainda tenho que terminar por aqui, mas depois do trabalho não se importaria se eu me juntasse a você? – Bem, não havia tempo para rechear minhas palavras com sutilezas e delicadezas desnecessárias, ainda assim esperava que fosse o suficiente para que ela aceitasse.

Independente da resposta, iria logo em seguida voltar ao trabalho, apenas terminar de trabalhar para quitar a dívida e com um pouco de sorte, logo em seguida começar um novo trabalho, um trabalho decente ao menos esperava...
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Nolan
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Sex Nov 20 2015, 05:03

Saio da taverna a passos largos, meu braço ainda tremendo um pouco enquanto eu tentava conter mais meu instinto assassino. Mais um segundo naquele lugar e eu com certeza teria esfaqueado aquele imbecil. Não estava pensando em nenhum lugar específico quando sai, só precisava me afastar daquele cara o mais rápido possível ou não conseguiria me controlar muito mais.
Enquanto eu caminhava um senhor segurou o meu braço. Não sabia quem era, mas tive que fazer o maior dos esforços a não levar minha mão ao cabo da adaga. O que mais me interessou nele, para falar a verdade, foi sua pergunta:

- Aconteceu alguma coisa meu jovem, precisa de algo? - Dizia o velho.

- Aconteceu sim, o idiota do Tinker sendo grosso como sempre, agora estou sem lugar para ficar e não sei onde posso arrumar emprego como aprendiz de alquimista. O senhor sabe por acaso de algum lugar onde possa arrumar uma dessas coisas?
Eu esperava que ele soubesse, naquele momento já estava ficando sem opções, teria que dormir na rua talvez, não sei quanto tempo resta de luz.
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Ravenborn
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Sex Nov 20 2015, 10:44


As coisas não estavam indo tão bem quanto eu tinha esperado. Em verdade, aquela era a primeira vez que tinha visitado Niglarágua, e obviamente, não conhecia praticamente nada do local. Mas, ter acabado por me perder nas ruas da cidade era algo realmente frustrante, o que me fazia suspirar profundamente, dando uma olhada nos arredores, em busca de qualquer coisa que pudesse vir a ajudar a me localizar; porém, sem grandes expectativas, uma vez que eu não conhecia muita coisa do local, de qualquer jeito. - Deuses...pelo jeito, ficar tanto tempo longe da civilização tem seu lado ruim.  - resmunguei, sem ter muito mais o que fazer. Por hora, a minha melhor opção seria buscar por alguém nas redondezas. Talvez uma alma bondosa aparecesse, para ajudar um feiticeiro forasteiro a encontrar um caminho de volta para o centro da cidade.

Com isso em mente, eu voltaria a caminhar pelas ruas desertas de Niglarágua, nas quais me encontrava, na esperança de achar alguém que pudesse me ajudar. Não me dirigiria a ninguém de imediato; nunca se sabe em quem se pode confiar em lugares como aquele, afinal de contas. No mais, apenas observaria qualquer um que viesse a aparecer de uma distância que considerasse segura, antes de fazer qualquer decisão. - Vejamos...o que fazer...? - disse, num tom baixo, enquanto dava os primeiros passos. E, acredite se quiser, eu ainda podia ouvir as risadas daqueles malditos diabretes, ecoando em minha cabeça.
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Takezo
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Sex Nov 20 2015, 20:11

O druída, assim que começou a ouvir o discurso do homem em poder, notou que estava no lugar errado e que, de alguma forma, alguém fez uma péssima suposição sobre sua importância ou seu pertencimento à aquele lugar.

"Acho que o homem não me entendeu direito... droga... Mais uma vez acontece de eu parar no lugar errado pelo simples fato de não conseguir me comunicar. Preciso controlar essa timidez, senão não irei sair dessa situação... controversa."

Após o discurso e muito movimento na Guilda, Takezo se encontrava perdido. Notara uma jovem garota servindo diversos drinques para as pessoas, logo, pensou consigo mesmo, era uma forma de acabar com o desentendimento e tentar obter alguma informação. Além daquela do discurso.

O 'jovem' de 75 anos ia até a garota, respirando fundo, controlando seu nervosismo e, tentava parar ela com um tímido; -O-olá.


Obtendo rapidamente a atenção dele, tentava obter alguma informação enquanto tentava desembaralhar as palavras que sua mente brincava com. Tudo que pensou em poder falar, parecia se tornar um enigma no momento em que precisava soltar as palavras de sua boca.

-Olá. Sou Takezo. Não sou dessa guilda. Eu procurava trabalho e acabei no meio dessa situação completamente. Desculpa. Pode me ajudar? Em questão de segundos e, como se fosse diversas chibatadas em questão de alguns segundos, ele falava para a jovem. Ela não parecia gostar muito, mas também não virava a cara.

-Você quer saber sobre os problemas na floresta dos túmulos? Sobre trabalhos? É isso?[/i] Ela falava enquanto rodava o rosto para verificar se tinha algum membro da guilda precisando de algo, quando notara que a resposta era negativa, ela virava para o jovem. -Pera um segundo, que vou falar com algumas pessoas que você não é daqui e que cometeu um erro. Por que se te pegam na mentira e acham que foi de proposito... bom, você não vai querer saber.

A garota mandava o druida sentar enquanto ia conversar com alguns homens ali. Os homens, por sua vez, começavam a rodear por todos os lugares e comentavam entre si algumas coisas e apontando para o jovem. Sentia-se o foco de algum tipo de piada ou zoação.

-Já avisei o pessoal e eles repassaram a notícia. Claro que por ter todo esse trabalho e por você não ser um de nós, eu terei que lhe cobrar uma taxa de $5 pela informação que eu lhe der. Ok? Uma pequena parte de dinheiro por informações que você deseja. O jovem quase pulou da cadeira feliz. Sabia que não iria sair 'de graça' aquele erro, afinal, uma guilda onde você entra e começa a ouvir informações pessoais, é algo complicado.

-Muito obrigado. E... tra-trato feito. Se me der informações sobre o que está acontecendo na floresta, sobre trabalhos possíveis para um mero... mero druída como eu, eu lhe dou o dinheiro por elas e pelo trabalho.
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Sex Nov 20 2015, 20:54

Zachary

Acompanhamento na missão: (VD 10)

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Janno


Pedido de ajuda para Manuel: (VD 10)

Quantidade aleatória (1,20) :
6

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Daenir

Maybe:

Quantidade aleatória (1,20) :
2

Maybe:

Quantidade aleatória (1,20) :
16




Takezo


Maybe:

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15

Informações de Trabalho: (VD 10)

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos em Niglarágua   Sab Nov 21 2015, 11:27

Zachary


O humano cuidava da taverna para que se livrar da divida que construiu, uma moça de cabelos brancos e com muitas vestes, Zachary recitava. - Eu ainda tenho que terminar por aqui, mas depois do trabalho não se importaria se eu me juntasse a você? A moça olhava para o rapaz e fazia uma avaliação corporal, por piedade achando que o mesmo estaria sem dinheiro a mulher dizia. - Tudo bem pode me ajudar, sendo que só vou dividir recompensa se você for útil. Zachary ao terminar o serviço se juntava a moça e ambos começava a caminhar para fora da cidade de Niglarágua.

Mudança:
 



Takezo


Barbara ajudava o jovem vanali perdido na cidade e conhecendo o mundo explicando para os demais sobre o ocorrido. Entretanto aquele jovem teve a sorte que a explicação de barbara chegava nos ouvidos de Granius e antes que a mulher pudesse cobrar por sua explicação o líder da guilda retornava descendo as escadas. - Então você é o jovem vanali que estava pedindo ajuda e acabo ouvindo tudo… Devo imaginar que tenha ficado preocupado com o local de sua cidade natal certo? O homem recitava de maneira calma e sua voz ecoava sobre a cabeça de Takezo fazendo que o homem se sentisse mais seguro por algum motivo desconhecido. Após a resposta de Takezo, o líder mascarado olhava um grupo de que tinha dois druidas. - Tenho uma boa impressão desse rapaz, o casal façam um trabalho nas proximidades fácil e avaliem para mim esse rapazinho. Recitava o Granius, com dois druidas que parecia já possuir um certo tipo de intimidade.

E um casal diferente aparecia para saudar o Takezo era uma Eyru e um Khor que alem de druidas possuíam uma relação intima entre os dois. - Olá pequeno, como está? Dizia a Eyru que parecia gigante diante daquele vanali, porem sua voz era calma e doce. - Huuurrr… não gosto de ficar fazendo esses testes, sempre tem os fracotes. O khor parecia ser diferente da Eyru e não gostava muito da situação, sua voz era grave e intimidadora deixando o vanali assustado. No meio dos dois o vanali parecia um filhote de tanto baixo que era em comparação a eles, o grupo discrepante seguia para fora da cidade.

Mudança:
 



Nolan


Nolan o estranho feiticeiro que estava nervoso e com uma cara de raiva encontrava Manuel, o feiticeiro respondia a pergunta do homem de maneira resmungão. - Aconteceu sim, o idiota do Tinker sendo grosso como sempre, agora estou sem lugar para ficar e não sei onde posso arrumar emprego como aprendiz de alquimista. O senhor sabe por acaso de algum lugar onde possa arrumar uma dessas coisas? Antes que o senhor pudesse dar qualquer resposta era ouvido um grito. - Ali está o homem que está perturbando a paz da cidade. Olha ele está prestes a atacar o bondoso Manuel.

O humano reparava um grupo de guardas vindo rapidamente em sua direção e antes de conseguir fazer qualquer coisa, levava uma forte pancada em sua cabeça seus olhos ficavam turvos e assim o homem caia desmaiado. Ao acordar estava em uma cela preso sem recordar de como tudo ocorreu lembrando só do grupo de guardas correndo em sua direção.

Situação:
 




Daenir


Um grupo de bandidos cercavam Daenir que estava andando pelas ruas pobres da cidade. - Forasteiro ao transitar nessas ruas é necessário pagar o pedágio de 100 D$ O homem então ficava parado no meio daqueles homens, uma possível briga estava prestes a estourar. - Todo mundo parado. Os bandidos olhavam para direção de onde ecoava o grito e um cavalheiro corria na direção daquela confusão, o grupo saia correndo um dos homens trombava em Daenir. - Droga, é o Joseph fujam todos. O grupo de bandidos gritavam enquanto faziam sua fuga, Joseph parava próximo ao Daenir. - Droga esses malditos fugiram novamente. Te roubaram algo Forasteiro? Ao palpar suas coisas Daenir notava que havia perdido sua bolsa que estava com suas cinco tochas. - Droga aqueles caras pegaram minha bolsa. Resmugava o feiticeiro que acabava de ser roubado. - Então acredito que não era para um forasteiro está andando por essas ruas, quer ajuda a chegar na praça principal? Assim dizia o guarda de forma sincera e honesta com aquele feiticeiro.

NPCs:
 

TODOS:
 

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