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 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal

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AutorMensagem
DEV.Rigel
Dev e Nark Nomade
Dev e Nark Nomade
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MensagemAssunto: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Ter Nov 10 2015, 02:55

VILAREJO ROZASTRA

 Um lugar de basicamente forma circular, cercado com várias barras de ferro pontudas e enferrujadas fincadas ao solo. Seus portões de madeira, também são reforçados com barras de ferro, para o lado de fora é possível observar os tais espinhos enferrujados.

Torres de vigilância estão posicionadas em pontos chaves do pequeno vilarejo, cinco torres, cada uma com um caçador Vanali bastante experiente.

Todos no vilarejo se conhecem, ele é pequeno. Sua maioria de habitantes é formada por bardos, caçadores e alguns poucos druidas. As outras classes são raras no vilarejo.

Adorn é uma Guild formada por oito Vanalis caçadores extremamente fortes. Os cinco que vigiam as torres, um que ajuda no revezamento destas, o sub-líder e o líder Jidham. Que cuida das contagens de alimento e lidera as tropas de busca, quando saem do vilarejo para caçar comida.

Com casas construídas recostadas ou acima de galhos das árvores, elas contém tudo que é necessário para sobreviver. São geralmente largas, com uma grande cozinha, um enorme quarto com diversas camas e um banheiro comunitário.

 No centro cercado por rios extremamente pequenos que vem do Rio Sireno, pode se encontrar a casa onde se compartilha a comida caçada pela Tropa de busca. Uma enorme casa com o grande estoque de comida do vilarejo. Esta comida que é contada e entregue apenas aos donos de cada casa comunitária. No pequeno rio nomeado para Siren, apenas pode se encontrar restos de comida, que seriam basicamente a consequência de animais mortos por monstros grandes no Grande Rio Sireno. Ao lado da casa se encontra um largo poço, com cinco baldes para se colher a água limpa do mesmo. No centro do poço, uma rocha branca e cilíndrica existe, com uma altura descomunal alcançando a copa da árvore mais próxima. Já foi tentado destruir a mesma, mas esta se mantém rígida e inabalável. Apenas se sabe que no topo dela contém uma pedra brilhante, que permite alguns raios de luz chegarem ao vilarejo.

Um evento incomum é que as vezes, alguns seres surgem próximo a este poço. Estes que assim que chegam, são atordoados por Jidham ou pelo Sub-líder, que ficam vigiando constantemente o poço e são jogados na prisão rodeada de plantas carnívoras, dentro de uma caixa de ferro com barras grossas e pouca visibilidade para fora.

Uma coisa comum é o cultivo de certas plantas, para o domínio das mesmas. Estas que agressivas e quando bem cuidadas, podem ser usadas para defender o vilarejo também.

O sistema de revezamento dos vigias é feito de forma inteligente. Quando começa o ciclo, iniciado pela direção mais calma de Rozastra, o vanali responsável pela torre sai e reveza com algum dos reservas. Passada as quatro horas fora meditando, ele reveza com a próxima torre, fazendo assim um ciclo seguido de revezamento.
Guild Adorn:
 




Uma manhã incomum!

Os ventos sopravam forte no início daquele dia, os céus estavam enegrecidos e a temperatura estava perfeita. Folhas caiam direto das árvores e muitos galhos tomavam conta do vilarejo. Os sons diversos eram comuns por la, até porque uma floresta que contém todo tipo de animal e planta, tem perigos de todas as formas.

- Que dia estranho, não venta assim a muito tempo.

 Alguns habitantes conversavam sobre tudo, o mais velhos sentiam que algo estranho estava pra acontecer. Outros ainda estavam a levantar de suas camas, se sentiam incomodados e preguiçosos naquele dia.

 Assobios podiam as vezes ser ouvidos, mas desta vez eles estavam mais fortes. O ranger das árvores estava mais grosseiro e a tropa de caça iria sair a qualquer momento para buscar mais comida. O dia estava realmente incomum.
Spoiler:
 


Última edição por DEV.Rigel em Qua Jan 20 2016, 11:26, editado 2 vez(es)
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Skarner
Vanali Bardo
Vanali Bardo
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Ter Nov 10 2015, 23:03



Skarner



O início do Bardo

Fama. Isto era o que parecia motivar o jovem Vanalis Skarner em sua primeira aventura fora de casa. Seu grande objetivo e como ele esperava alcançá-lo estava fortemente relacionado com suas habilidades de bardo, principalmente no que diz respeito a criar canções para enaltecer batalhas e feitos. E assim ele reconhecia a necessidade de um companheiro bastante habilidoso e com grande potencial para tornar tudo isso possível.

Tal atividade seria fácil se o jovem possuísse uma percepção e visão extraordinária a ponto de reconhecer talentos brutos apenas com o olhar. No entanto, esta não era a realidade de Skarner, e sabendo disso ele tinha em mente usar os conhecimentos que tinha sobre a região florestal, considerando que as melhores escolhas para ser seu companheiro estariam entre os oito famosos caçadores da guild Adom.

"Estou nesta vila á 2 dias, hoje minha carona irá embora e não terei mais moleza, nem comida, nem bebida e nem um cantinho de graça! Preciso ir em busca disso para poder sobreviver por aqui, senão terei que voltar para a casa dos meus pais... mas nem sei se essa opção é válida.. eles em queriam fora de casa!", e pensativo ele traçava simples planos e optava por falar consigo em voz baixa durante a execução dos mesmos.

Preciso de um instrumento musical, dinheiro e comida! Depois eu poderia falar com o chefe da guilda para tentar conhecer algum dos guerreiros e convencê-lo a me acompanhar em suas jornadas... se fosse uma moça bem hot e sexy.. eu ficaria muito feliz! Awyeah!!, e soltando m sorriso ele continuava a caminhar, ajeitando as longas madeixas.

Andaria em direção a um estabelecimento de bardos para que pudesse obter um saxofone, caso não encontrasse, iria até um grupo de músicos que avistasse para usar de sua carisma e dizer:

Olá senho! Rola desconto em instrumentos? Tipo dois por um? Tenho um pouco de moedas... sou um profissional e quero seguir carreira nissae! Procuro por um saxofone.. se não tiver, uma gaita! Eu.. serei famoso um dia, meu autógrafo valerá muuuita coisa! Olhe!, e assim ele começaria a assoviar para demonstrar o controle que tinha sobre a música.

Spoiler:
 


Fracassando no pedido de desconto e no de dois por um, Skarner optaria por tentar adquirir o saxofone, pedindo emprestado em último caso por um dia.

Em seguida, perguntaria por direções para que pudesse encontrar uma loja de roupas e um bar. A primeira para que pudesse comprar um chapéu, de preferência uma cartola, e o segundo, para que comesse um pão e bebesse água. O jovem acreditava que com o dinheiro disponível ele conseguiria.

Após tentar realizar tais ações, tendo sucesso ou não, o jovem iria para o centro da vila para que pudesse ganhar alguns trocados enquanto aguardasse a famosa guilda sair para caçar para que pudesse pedir para se juntar a eles.

Caso estivesse com um chapéu, deixaria o mesmo na pose da mendicância, próximo de seus pés, caso contrário, o saco de dormir simularia tal item.

Caso estivesse com o saxofone, ele tocaria, procurando sorrir e piscar para os seres que passassem próximo de si, dizendo.

Spoiler:
 

Obrigado galera, sou Skarner e etou juntando dinheiro para ter um lugar para passar a noite! Sou turista e quem puder ajudar.. obrigado! Gatas, estou livre para dar abraços! Beijos só para as que se apaixonarem à primeira vista!

Caso contrário, assoviaria o que fizera para os bardos , repetindo as ações citadas acima.

Caso visse os caçadores se preparando para sair para a caça, reuniria seus pertences e então os seguiria, dizendo:

Gostaria de acompanhá-los! Sou o bardo Skarner!

Caso avistasse Goia por perto, mesmo que em uma torre, procuraria se aproximar da mesma e lhe falar num volume adequado para que pudesse ouvir.

Você é bastante bonita!! Quando estiver cansada de caçar animais.. posso ser seu caçador!! Pode não parecer, mas sou selvagem em algumas situações!! Skarner!! Lembre-se desse nome!!

...
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Punk
Mestre e Vanali Feiticeiro
Mestre e Vanali Feiticeiro


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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Qua Nov 11 2015, 23:30


     

 Liberte as Trevas dentro de você  

Os ventos sopravam forte, observava toda cidade, minha busca era apenas conhecimento. Mais não era qualquer tipo de conhecimento era algo ainda mais alem de trevas, tentando usar toda minha inteligencia para prestar atenção em cada detalhe que me pareça interessante em conversas alheias ali na cidade. “ Hmm o dia então esta estranho, parece que os ventos perturbam um pouco as pessoas da cidade”

Bom Joseph então pediria um pouco de alimento e água, com uma voz calma então pediria. “– Preciso de um pouco de comida e água por favor.” Não conseguindo na primeira iria pedindo para as pessoas ali na vila, enquanto pedia comida logo ouvia um assovio, um som suave e doce vindo de alguém que realmente tinha o dom da musica, por um instante isso me chamava a minha atenção e voltaria para o foco na minha alimentação, comendo e saboreando a comida em seguida bebendo.

Em seguida fui conversar com os velhos ali na cidade. “– E parece que o dia esta estranho.” Falei com um tom de voz calmo apenas puxando assunto com ancião enquanto pensava. “ Espero que ele tenha algo de interessante para me contar.” Então voltei a falar. “ - Algumas pessoas parecem um pouco agitadas, ouvi algo como não venta assim a muito tempo!! Sabe de algo? Ou quando foi a ultima vez que ventou assim.?” Esse lugar? Porque eles lutam tanto para proteger aqui? Porque eles não partem em viagem para algum lugar melhor? O que aqui tem de tao valioso. Pensava um pouco enquanto aguardava a resposta do ancião(velho) .

A tropa de caça parece que esta se preparando para sair, continuo a observar e noto de novo um bardo a tocar musica. “ De fato sua musica e boa, mais dinheiro não vai conseguir nada aqui, coitado!!! Mais pelo menos pretende sair desse lugar e por outro lado não sei se também conseguirei ampliar meus conhecimento arcano nas trevas, talvez eu possa me juntar a Guilda por um breve momento apenas por proteção, descansar enquanto observo as coisas ao meu redor esperando a volta da caça.” Com isso sentei e fiquei olhando as coisas na cidade. “ Aquele rapaz ali, não e um elfo .... hmmm interessante, talvez possa ser minha saída daqui ficarei de olho nele só que cuidadosamente.”
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Hyde
Humano Arauto Divino
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Qui Nov 12 2015, 04:06

Eita, o que diabos estou fazendo aqui? - Essas foram as primeiras palavras que o mercador proferiu naquele dia, ele não sabia realmente como havia ido parar no meio da floresta, porém isso não era realmente algo ruim. ele poderia observar a vida dessa reclusa aldeia indígena e repassar para seus familiares na próxima vez que ele os visse.

O dia estava nublado com uma ventania que o jovem humano achava anormal, no entanto o mais importante no momento era ele conseguir algo para beber e comer e assim ele foi em direção as precárias construções do vilarejo, logo ao entrar na primeira casa Hyde já chega falando - onde será que vou conseguir comprar algo para forra o bucho? - Logo ao terminar sua fala o arauto percebe que o local onde havia entrado era uma especie de refeitório coletivo, a resposta para sua pergunta é recitada por uma voz que o jovem conclui que deveria pertencer a uma bela mulher - comprar algo para comer? não vendemos nada por aqui, a única intenção de nossa irmandade é sobreviver aos perigos da floresta. - As informações que o elfo passou ao forasteiro eram no minimo preocupante, no entanto o que mais surpreendeu o jovem foi a pessoa que havia dado tais notícias, diferente de como o arauto havia fantasiado sobre como seria o dono da voz, o aborígene era homem, calvo e devia ter menos de um metro e meio de altura.

EITA CUZÃO, O MALUCO É UM TIOZINHO FEI...FEI PARA CARALEO... pera ele falou perigo? - Apesar de demorar um pouco para pensar sobre sua situação o jovem começa a ficar levemente preocupado - Tenho que parar de beber, uma hora você ta serelepe pimpão em uma taberna na cidade das rotas e na outra você ta no meio dos matos com provavelmente um monte de bicho perigoso atrás de te comer... como isso poderia piorar??

Depois de pegar alguns pães e uma caneca de hidromel o mercador sai em direção ao centro do vilarejo, agora que ele sabia um pouco mais sobre sua situação ele começava a pensar em alguma forma de ter lucro - Esses malucos não tão muito ligados em sistemas de comercio, talvez consiga fazer escambo ou algo do tipo, preciso encontrar alguém amigável o suficiente para que possa ser persuadido a fazer algo por min, o que índios poderiam me dar em troca dessa adaga que ganhei na cidade das rotas... - O jovem continuava perdido em seus pensamentos enquanto ignorava conversas paralelas que os habitantes tinham, passado algum tempo o mesmo encontra um local para se sentar e apreciar seu desjejum, ao se sentar o arauto começava a tomar lentamente seu hidromel enquanto observava o vanali que se encontrava sentado a sua frente - Ohmmmmm.... - A som que o homem fazia era praticamente um sussurro e por algum motivo fazia com que o humano ficasse calmo, a vestimenta que o elfo usava cobria praticamente todo o seu corpo deixando aparecer somente seus olhos, havia um arco aos seus pés o que fez com que o mercador logo soubesse que ele era algum tipo de guerreiro, talvez até mesmo alguém importante para a aldeia já que até o momento essa era a primeira arma que o humano havia visto. - Esse cara não parece lá muito amigável... nah, estou sendo preconceituoso. ele provavelmente é tão legal quanto monstro de voz bonita que disse que essa floresta é perigosa... bom, a única maneira de saber se ele vai conseguir me dar algo em troca é começando uma conversa.

O ti... - Um som estridente corta o espaço entre os dois que estavam sentado e faz com que o humano perca momentaneamente sua voz, enquanto a águia que havia grasnado há pouco desce dos céus e se pousa no cabeça do elfo. - Uma águia... esse cara deve ser um caçador ou algo do tipo, se ele conseguiu domar esse animal, algo como uma montaria deve ser fácil, é hora do comercio! - O humano rapidamente termina sua refeição e tenta chamar a atenção do elfo -   AYIYIYIYIYIYIYIYIYIYI... - soltando um rápido e agudo grito como forma de chamar atenção do aborígene.

Spoiler:
 

O vanali que estava sentado na posição de lótus tranquilo meditando sobre a existência da vida da um pulo muito alto e rapidamente pega seu arco e aponta na direção do ruido fazendo com que sua águia volte a voar, o humano que agora percebe que apesar de efetivo não foi uma ideia muito sabia chamar atenção do caçador dessa maneira, levanta velozmente as mãos como forma de mostrar que não representa perigo - Ei, calma tio... foi sem querer, não queria te assustar... baixa saparada aew e vamos conversar com calma, na paz de Alblar! - Ainda um pouco agitado o humano começa a sorrir tentando passar confiança e serenidade - Você me parece ser alguém forte, preparado para o fim dos tempos... mais será que está mesmo? o arco e flecha é uma arma interessante, silenciosa. No entanto é uma arma limitada, você não gostaria de ficar sem uma maneira de se proteger enquanto tiver na floresta por que suas flechas acabaram... seria uma pena e provavelmente um erro fatal. - O vanali agora um pouco mais calmo baixava sua arma e ainda que estivesse com um semblante sério, parecia estar um pouco interessado no que o arauto falava e isso foi o suficiente para que o mercador já acostumado a observar compradores, começar com seu jogo de lábia - Vê essa adaga, ela foi forjada para o grande herói Nabun da'dvoseis pois ele havia finalmente extinguido o mal conhecido como Tryzzard, a lamina foi feita a partir de uma das presas da criatura milenar e possuí fio capaz de dilacerar até mesmo ossos de javalis negro de pintas amarelas. - Após proferir muitas falácias o humano da tempo para que o nativo pensasse no assunto - É mesmo, vocês não usam moedas como forma de pagamento... você é caçador correto? poderia domar uma montaria para min em troca dessa bela adaga que você pode usar quando suas flechas acabarem... então o que me diz? não irei ficar muito tempo na vila.
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DEV.Rigel
Dev e Nark Nomade
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Seg Nov 16 2015, 02:06

ROLAGEM DE DADOS!

TABELA GERAL:
Citação :
VD 15 - Fácil
VD 20 - Moderado
VD 25 - Difícil
http://dragondreams.forumeiros.com/t60-atributos

1d20 + Mod.Atributo + Mod.Narração


- Skarner

Chamar MUITO ou pouco a atenção da Goia (VD-15):

Quantidade aleatória (1,20) :
13

Mod.A.(car) = +3
Mod.N. = +1

- Hyde

Chamar a atenção do Itiam (VD-16):

Quantidade aleatória (1,20) :
9

Mod.N. = +1
Mod.A.(car) = +3


Convencer o Itiam a não atacá-lo (VD-19):

Quantidade aleatória (1,20) :
17

Mod.N. = +1
Mod.A.(car) = +3


Convencer o Itiam a trocar um animal domado pelo mesmo, por uma adaga (VD-20):

Quantidade aleatória (1,20) :
19

Mod.N. = +1
Mod.A.(car) = +3


SURPRISE MODA(VD-15)

Quantidade aleatória (1,20) :
14

Mod.N. = +1
Mod.A.(des) = +1


SURPRISE MODA(VD-15)

Quantidade aleatória (1,20) :
2

Mod.N. = +1

____________________________________________________

Fala: bold, #00FF7F | Pensamento: itálico, gray
Ficha
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DEV.Rigel
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Seg Nov 16 2015, 21:12

HYDE

 Um ser diferenciado, Hyde era um humano vindo de regiões onde o comércio sempre foi forte e assim sempre conseguiu agir com sua boa lábia. Mas parece que uma de suas viagens havia o levado a um local incomum para o mesmo, algo dizia que o mesmo nem lembrava de como teria acontecido sua viagem:

Eita, o que diabos estou fazendo aqui?

 Mas assim como todos do lugar, ele precisava antes de mais nada sobreviver agora. Com uma incrível coincidência o Arauto se dirigia a primeira e mais próxima casa a ele, um local grande e com grande movimentação naquele início de dia. Por dentro se podia ver diversas pessoas entregando comida para que todos ali pudessem desfrutar de seu café da manhã, que poderia ser o último, já que o pensamento de todos é sempre poder viver um dia de cada vez ali e nunca descartar que possam morrer a qualquer momento naquele vilarejo, onde o perigo pode chegar quando quiser:

- Onde será que vou conseguir comprar algo para forra o bucho?

 Alguns passavam com seus alimentos em mãos e olhavam para Hyde, enquanto cochichavam bastante:

- Parece que temos um novo estrangeiro e parece meio burro

- Igual aqueles outros dois meio perdidos.. Aliás, um deles é bem feio e estranho, tava pedindo comida la fora

- Eu sei, to levando um pouco pra ele.... É estranho, mas está aqui, precisa viver também. Se ele fizer besteira, morre como todos nós ..

 Um sorrisinho frio, o pessoal estava atento aos novos estrangeiros do lugar, mas ao mesmo tempo sabiam que todos podiam morrer se eles não soubessem se comportar. Uma voz então, doce e que podia responder Hyde surgia, com boas intenções ela simplesmente lhe dizia:

- Comprar algo para comer? não vendemos nada por aqui, a única intenção de nossa irmandade é sobreviver aos perigos da floresta.

 Espanto, a voz nada tinha a ver com uma bela mulher e sim um baixo Vanali calvo, com sua aparência nem um pouco agradável. A expressão de Hyde era vista a metros e metros de distância, alguns no lugar até soltavam leves risadinhas, outros tentavam se segura enquanto escapulia pequenas gotas de saliva, se mordendo para não rir. O arauto simplesmente não continuava a conversa, se dirigia ao grupo que estava entregando o café da manhã e pegava alguns pães e uma caneca de hidromel para seguidamente ir ao centro do vilarejo.

 Ao longe ele podia ouvir alguém assobiando muito bem, estava pensando em alguma coisa que o fazia se perder do mundo real. Parecia estar tentando entender a sua situação atual e assim caminhava até que chegava a um lugar confortável no centro, se sentava e com o primeiro gole de seu Hidromel, ele ouvia então novamente belos sons de assobios vindo de um jovem Vanali diferente dos demais, assim como mais próximo e quase inaudível, um som o deixava bastante calmo e em paz:

- Ohmmmmm....

 Um homem com um grande arco e flechas nas costas, com um manto que cobria todo seu corpo e uma faixa cobrindo sua boca, este parecia estar meditando e totalmente concentrado:

- O ti...

 Velozmente uma águia grasnava alto, interrompendo Hyde enquanto cortava os céus e descia em direção ao Vanali, pousando sobre a cabeça do mesmo. Isto fazia o Arauto pensar sobre o que poderia conseguir com o mesmo e assim, terminando ligeiramente sua refeição, o humano se preparava para agir:

- AYIYIYIYIYIYIYIYIYIYI...

 De forma irritante, Hyde emitia um som agudo, rápido e muito alto no centro da vila. O Vanali ao meditar não parecia se abalar, mas sua águia grasnava alto junto, criando mais estresse ainda aquele momento. Um momento em que se percebia o grupo de caça começar a sair do vilarejo e ao mesmo tempo, muitos do grupo olhando pra trás, assim como todos das torres de vigia se virando ao jovem para saber o que havia acontecido ali:

- CALA BOCA PORRA!!!!! TA MALUCO ?!?

- QUEM É O IDIOTA ?!? VAI CHAMAR A ATENÇÃO DE ANIMAIS PRA CA!! MEU DEUS!!!

- QUANDO EU VOLTAR PRA ROZASTRA E O VILAREJO AINDA EXISTIR, EU TE MATO SEU MERDA!!!!!

 Os xingamentos só cresciam, ninguém mais olhava Hyde da mesma forma, estavam todos o vendo como uma possível ameaça.



Skarner

 Um jovem diferente dos comuns Vanalis, conseguia chamar atenção não só com sua incomum aparência, mas também por ser um bardo talentoso e bastante sagaz em suas conversas. A apenas dois dias no vilarejo, todos percebiam que ele era um estrangeiro, mas Skarner estava pensativo, tinha que traçar objetivos e fazia isto em voz baixa consigo mesmo:

Preciso de um instrumento musical, dinheiro e comida! Depois eu poderia falar com o chefe da guilda para tentar conhecer algum dos guerreiros e convencê-lo a me acompanhar em suas jornadas... se fosse uma moça bem hot e sexy.. eu ficaria muito feliz! Awyeah!!

- Realmente esses estrangeiros são muito estranhos.. Um deles chega ao um refeitório e pergunta onde pode comprar comida..... Um refeitório COMUNITÁRIO!! O outro fica pedindo comida na rua igual um mendigo, ainda bem que entreguei pra ele alguns pães e água. É novato aqui e realmente parece que sempre viveu nas ruas.. Mas agora o outro parece que fala sozinho com ele mesmo e ainda ri depois disso....

- HAHAHAHAHAHAH!! Não consigo entender como eles conseguem achar o vilarejo depois de tanto perigo vindo da floresta.. As vezes parece que tem sorte, mas relaxa, quem sabe eles não ajudam o lugar a se afundar mais ainda!!!

 Muitos murmúrios, Skarner apenas continuava a caminhar, soltava um sorriso e ajeitava seu longo cabelo branco. Procurando algum lugar para conseguir instrumentos musicais, ele encontrava um grupo de bardos que conversava e ria próximo ao centro do Vilarejo:

- Olá senho! Rola desconto em instrumentos? Tipo dois por um? Tenho um pouco de moedas... sou um profissional e quero seguir carreira nissae! Procuro por um saxofone.. se não tiver, uma gaita! Eu.. serei famoso um dia, meu autógrafo valerá muuuita coisa! Olhe!

 Os assobios eram muito bons, chamavam a atenção de muitos do vilarejo, todos ficavam admirados com a melodia conseguida pelo jovem, os três bardos então batiam palmas para o Vanali:

- MEEEEUS PARABÉNS!!! Ae Raimundus, ele é tão bom quanto você já foi.. HOHOHOHOHO!!

Eram basicamente dois humanos e um elfo nobre, onde os dois humanos eram bem baixos com aparências belas. Cabelos cacheados e longos, um de cor preta e o outro de cor ruiva. Já o elfo nobre tinha longos cabelos lisos e brancos, um tipo de arco feito de plantas que circulava a parte de trás de sua cabeça, de orelha a orelha, parecia ser o mais experiente dos três bardos que se encontravam sentados. Eles tinham certos instrumentos com eles, mas parecia ser um de cada. Junto deles também haviam suas bolsas e pertences:

- Hailalalalala!!!! Você conseguiu me entreter.. As vezes me sinto velho quando vejo os jovens de hoje em dia indo tão bem.... Mesmo aqui no vilarejo não tendo um saxofone pra gente, eu tenho uma gaita que você possa usar!!

 Conseguindo a gaita, Skarner parecia logo em seguida perguntar onde poderia ter uma loja de roupas e um bar, assim que perguntava, um dos jovens humanos já o respondia seguidamente:

- Vou te falar, aqui você não vai achar nenhuma loja de roupas ou algo para comprar. Se tem dinheiro, o segure, ele é inútil aqui!! Eles apenas dão roupas para quem está nu, temos poucos que produzem roupas aqui.. E um bar, temos um refeitório comunitário para conseguir pão e alguma bebida, como está de manhã, eles estão abertos.. Aqui pega os meus, eu pego mais la já já. Depois eles só irão abrir pro almoço.

 Agora com instrumentos musicais, pão e água. O jovem bardo se dirigia para o centro do vilarejo, comendo seu pão e a água que conseguiu. Terminava sua refeição, arrumava seu saco de dormir ao chão, próximo dos pés e puxando a gaita para cima o jovem Skarner começava a assobiar uma música, que começava a encantar quem passasse próximo ao mesmo!! Alguns deixavam umas canecas de hidromel no saco de dormir, outros pão e algumas guloseimas diferentes para o mesmo:

- Obrigado galera, sou Skarner e etou juntando dinheiro para ter um lugar para passar a noite! Sou turista e quem puder ajudar.. obrigado! Gatas, estou livre para dar abraços! Beijos só para as que se apaixonarem à primeira vista!

Mas ainda muitos murmúrios sobre, alguns estavam tentando entender o porque dele assobiar segurando uma gaita e não apenas usá-la:

- Meu deus, esses estrangeiros realmente são estranhos.. HAHAHAHHHAHAHAH!!!

 Um pequeno Vanali calvo ficava a olhar Skarner, o admirando da mesma forma que algumas mulheres ali. O grupo de caça então começava a se mover, o líder da vila podia ser visto saindo da casa central e andando, enquanto um grupo de guerreiros começava a se reunir com o mesmo e segui-lo:

- Gostaria de acompanhá-los! Sou o bardo Skarner!

Alcançava o grupo, se apresentando diretamente ao Jidham, um Vanali da mesma altura que Skarner, com uma armadura bastante chamativa e um capacete que cobria totalmente seu rosto. Este que em seguida, respondia o jovem enquanto andava:

- Você quer entrar para a tropa de caça ? Pois bem, me siga. Estamos de saída e escutei seu belo assobio... Se conseguir nos ajudar na caça ótimo, se não apenas acabará morrendo!

 Chegando quase ao portão, Skarner percebia que Raimundus estava junto deles. Podia ser um ótimo bardo também, ele seguia com um conjunto de diferentes flautas em sua cintura. E um pouco antes da entrada, em uma torre de vigia próxima e a esquerda, o jovem bardo avistava uma Vanali, que parecia o ter encantado:

Você é bastante bo....

 Mas um som alto o interrompia ao mesmo tempo que Goia parecia começar a olhar para o mesmo:

- AYIYIYIYIYIYIYIYIYIYI...

 Era alto e totalmente irritante:

- CALA BOCA PORRA!!!!! TA MALUCO ?!?

- QUEM É O IDIOTA ?!? VAI CHAMAR A ATENÇÃO DE ANIMAIS PRA CA!! MEU DEUS!!!

- QUANDO EU VOLTAR PRA ROZASTRA E O VILAREJO AINDA EXISTIR, EU TE MATO SEU MERDA!!!!!

 Gritos e xingamentos ecoaram pelo vilarejo, muitos pareciam achar totalmente desnecessário aquele tipo de atitude. Até mesmo Raimundus que estava a sair com a tropa de caça do lugar. Goia apenas olhava fixamente para o humano que a irritou, enquanto todos os outros vigias voltavam a observar seus postos, a Vanali caçadora, voltava seu olhar para o grupo de caça que saia de Rozastra naquele exato momento. Parecia realmente estar encantada com o jovem Vanali diferente.


 Começando a adentrar a floresta, o vento continuava a soprar muito forte e assobios eram muito altos. Era possível escutar sons de animais muito mais alto que o normal. Parecia que tudo ali estava vivo:

- Prestem atenção em tudo.. Quero voltar hoje com uma suculenta carne de Lobo dos túmulos

 Repentinamente uma águia passava rente a todos, com um rasante e seguindo em direção ao vilarejo:

- Não se preocupem.. É uma águia comum, não vai nos satisfazer e nem ser um grande perigo pro vilarejo.

 Quanto mais andavam, mais parecia que uma neblina forte começava a surgir. Mesmo com tanto vento, algumas sombras pareciam passar rápido por de trás daquela densa neblina. Agora Skarner nem enxergar direito ele conseguia, tudo estava muito estranho. Jidham então continuava a falar baixo, apenas para todos ouvirem e não chamar atenção de muitos animais dali:

- Se juntem pessoal, vamos fazer um grande circulo, todos de costas e deixem os bardos no meio. Se não conseguimos ver nada nessa neblina, não podemos nos separar. Eu sei como voltar pra vila, meu lobo está conosco..

Reunidos então, um grande barulho, seguido de galhos e muita terra acontecendo próximo a eles. Todos andando calmamente ainda, apenas conseguiam ver uma grande sombra parada ao chão.

- WOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORGHHH!!!!!

De repente um enorme galho caia próximo a todos e um largo gorila aparecia caído. A ventania parecia aumentar um pouco, o Gorila dos Túmulos estava com grandes feridas, ossos da costela expostos e sangrando muito. Realmente não era um dia comum:

- Um gorila do túmulo!! Eles geralmente são os mais fortes dessa floresta.... O que ta acontecendo aqui ?!?

 Assobios altos, pareciam até antigos Vanalis se comunicando, mas então outra sombra na neblina. Parecia bem alta, mas ao mesmo tempo muito magra:

- CUIDADO!!

 Atirava uma flecha aos céus e assim algo era atingido. Ossos começavam a cair, mas não fazia sentido, o que Jidham havia acertado ali ?! A sombra alta começava a se aproximar mais, assim como outras sombras surgiam próximas a esta. O lobo de Jidham parecia tremer e latir ao mesmo tempo:

- Calma Lom!! Alguma coisa diferente está chegando, SE PREPAREEM!!!!

 Todos entravam em guarda e esperavam, mas o que podia ser?
NPC's:
 

Raimundus:
 




Joseph

 Um feiticeiro calmo e misterioso. Diferentemente dos outros dois estrangeiros, Joseph apenas caminhava normalmente enquanto estava sequestrado em seus pensamentos sobre o dia estranho. Mas não demorava pro mesmo lembrar, que naquele lugar ele devia sobreviver:

“– Preciso de um pouco de comida e água por favor.”

 Estava literalmente pedindo por comida a todos ali, como se estivesse desesperado. Mas não demorava muito para um dupla passar por ali com um pouco de comida e deixar com o mesmo:

- Aqui está, vi você pedindo comida a um tempo e fui buscar.. Tome pão e água

- Apenas viva e não faça besteira viu. Se não pode morrer!! HAHAHAHAHAHAH!!!!

 Era comum, todos ali queriam muito viver, mas quase já tinham aceitado suas mortes. E sabendo que podiam morrer a qualquer momento, eles não se privavam de viver como pudessem a cada dia. Muitos andavam de um lado pro outro naquele dia onde os ventos estavam diferentes. Um jovem então passava a frente de Joseph, este rindo e falando sozinho, enquanto o feiticeiro começava a se deliciar com sua pequena refeição.

 Terminando a mesma, ele começava a ouvir um belo e doce assobio. Alguém chamava sua atenção, mas logo o assobio breve terminava assim como sua comida. Se levantando e satisfeito, ele caminhava até um grupo de senhores que comentava sobre o dia que estava ocorrendo. Mesmo depois de bastante tempo naquele vilarejo, era raro demais acontecer um dia totalmente nublado, com ventos extremamente fortes e ser apenas a natureza agindo devagar como sempre:

“– E parece que o dia esta estranho.”

 O grupo de senhores observava aquele feiticeiro meio maltrapilha, mas não o julgava, já haviam visto pessoas vestidas de forma pior:

- Sim, o dia ta estranho demais.. Você percebeu isso mesmo sendo estrangeiro é?! Aqui raramente venta assim..

- Fico pensando se hoje a caça vai ser tranquila como normalmente é.

 Joseph ainda parecia estar com muitas dúvidas sobre o vilarejo e aquele dia:

“ - Algumas pessoas parecem um pouco agitadas, ouvi algo como não venta assim a muito tempo!! Sabe de algo? Ou quando foi a ultima vez que ventou assim.?”

- Foi basicamente o que eu disse.... Você está prestando atenção no que eu to falando ?!?! Se eu soubesse de alguma coisa, com certeza já teriam ido acertar esse problema.... E da última vez que ventou tanto assim, era magia de alguém na floresta, mas continuou tudo sobre controle

 Se afogando em dúvidas, o feiticeiro continuava a se perguntar coisas sobre o vilarejo, ele não parecia entender o porque de tudo e todos ainda estarem ali, se segurando para sobreviver. Até que novamente alguém assobiando de novo, era uma bela melodia. O vanali então pode perceber que era o mesmo elfo que havia passado por ele rindo e falando sozinho, realmente alguém muito bom com os sons. Alguns aplaudiam e outros apenas deixavam comida no chão próximo do bardo.
Aquele estrangeiro estava conseguindo chamar a atenção até mesmo dos vigias nas torres.

 Reflexões, Joseph então percebia um humano se sentando próximo a um Vanali para comer, ele parecia interessante para os planos do vanali. A tropa de caça começava a se mover e o jovem Elfo bardo se juntava a eles. E então, assim que se dirigiam a porta, um som estridente cortava a tranquilidade de todos:

- AYIYIYIYIYIYIYIYIYIYI...

 Irritava, era muito alto e parecia incomodar a todo mundo ali:

- CALA BOCA PORRA!!!!! TA MALUCO ?!?

- QUEM É O IDIOTA ?!? VAI CHAMAR A ATENÇÃO DE ANIMAIS PRA CA!! MEU DEUS!!!

- QUANDO EU VOLTAR PRA ROZASTRA E O VILAREJO AINDA EXISTIR, EU TE MATO SEU MERDA!!!!!

 Xingamentos podiam ser ouvidos de todos os lados, alguns velhos apenas resmungavam sobre aquele jovem humano do lugar. Um local onde todos estão tentando sobreviver, sendo precavidos com tudo, susto não é o que eles esperavam, regiam a qualquer coisa que pudesse promover o medo sobre suas vidas de forma inusitada:

- Ainda bem que você não é igual ao outro idiota estrangeiro.... Então, qual seu nome ?! Ainda não se apresentou a nós.




Joseph e Hyde

 A tropa de caça saia de Rozastra, fechavam os portões e Goia ainda parecia distraída por causa do bardo que havia saído. Seus pensamentos estavam longe e o tempo só estava piorando. Os ventos pareciam ficar mais fortes e uma neblina parecia começar a esconder um pouco daquela perigosa floresta.

 Repentinamente rápido, uma águia passava velozmente em um rasante logo acima do vilarejo, alguns se assustavam, assim como os vigias das torres. Mas deixavam passar, se a águia oferecesse perigo, teria parado:

- PRESTA ATENÇÃO GOIA!!! PORRA!!! JÁ NÃO BASTA TER UM IDIOTA ASSUSTANDO TODOS DA VILA!!! NINGUÉM QUER MORRER AQUI NÃO!!!!!

 Um enorme sapo saltava sobre a vila, os vigias começavam a soltar diversas flechas no corpo. A população gritava e se afastava da área próxima ao centro. Caia então totalmente morto sobre o pequeno rio que cerca o centro, todos começavam a se juntar pra ver o corpo morto, que além de flechas sobre ele todo, tinha certas feridas totalmente aterrorizantes. Uma de suas patas não existia mais e não demorava muito para que o corpo começasse a feder:

- Eu estava olhando seu idiota, sabia que já estava morto!

 O vanali que estava meditando se levantava e começava a analisar o sapo, passava a mão pelo mesmo. Cheirava suas secreções e olhava todas as feridas em seu corpo:

- Realmente já tava morto, mas nada aparece ferido assim, aqui.

- Deixem ele ae, eu levo o corpo pra fora.. Mais alguém me ajuda ?

 Surgia de sua vigília, Lovy o sub-líder. Segurava o sapo em uma ponta e esperava mais alguém para levá-lo com ele. Os ventos mais fortes faziam os portões rangerem e balançarem um pouco, as águas do extremamente pequeno rio era carregada pela força do vento. Os sons de animais aumentavam, assim como largos e contínuos assobios:

- Muitos elfos druidas se comunicavam assim nessa floresta, porque o tempo ta assim ?

 Eram dúvidas que todos queriam saber. Lovy ia arrastando o sapo junto com seu lobo, esperando alguém ajudá-los, os senhores estavam incomodados. Os caçadores nas torres pareciam mais atentos ainda ao lado de fora. O vanali com sua águia ia para a vigilia no lugar de Lovy, observavam o poço. Muitos começavam a entrar nas casas comunitárias, outros que acordavam com a barulheira apenas observavam o vilarejo de suas janelas. O dia era realmente incomum.
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Qui Nov 19 2015, 23:32



Skarner



Estou sentindo uma treta...

Muita coisa acontecia com a interação do jovem Skarner com o ambiente que lhe cercava. Saciando a fome e obtendo uma gaita, ele só fracassava em conquistar o coração de Goia, conseguindo inclusive alguns itens com sua mendicância e acompanhar o chefe da famosa guilda da vila, Jidham. Algo que também chamava a atenção dele era a presença de um bardo diferenciado no quesito raça, um elfo nobre chamado Raimundus.

"É.. temos um burguesinho safado na vila! E pelo visto ele será meu concorrente como bardo.. a menos que.. por ser um bardo.. ele seja gente fina! Mas não boto muita fé nisso não... ", e pensativo ele seguia com o grupo floresta adentro.

Meio medonha essa floresta.. mas esses sons.. dá para tirar umas músicas meio macabras deles! Hushaushaushaus time a música do tubarão! Awyeah , e comentando consigo ele continuava a seguir o grupo até se deparar com um grande gorila dos túmulos ferido e um inimigo um tanto quanto esquelético.

Confiando nos guerreiros que o cercava, Skarner mantinha-se calmo por pensar que ambos estavam acostumados com a floresta e que para ter sobrevivido por tanto tempo cercado de diversas criaturas eles eram habilidosos o suficiente para sair de qualquer enrascada.


Eitcha galerê! Inimigos a vista! Raimundus.. fique de boas que a canção da vitória será minha.. só observe!, e tirando a gaita do bolso ele a colocava perto da boca e começava a compor sua melodia enquanto mexia o quadril para frente e para trás.

Spoiler:
 

Caso fossem atacados, o Vanalis ativaria sua técnica Escudo Supimpa para que pudesse proteger o grupo e se percebesse que iniciariam uma fuga, começaria a seguí-los, derramando o hidromel das canecas que carregava para que humidecesse o solo no lado oposto ao da direção da fuga para que os possíveis perseguidores tivessem seus movimentos afetados e reduzidos durante um eventual ataque.

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Sex Nov 20 2015, 04:29


     

 We Lost Kids.  

“Magia de alguém na floresta... hum isso me parece muito interessante.” Pensava no que o velho havia falado, o estrangeiro chamava atenção dos vigias da torre e isso não me deixa um pouco preocupado, acho que prefiro os vigias focados no trabalho. “ Nossa que escândalo, tirou um pouco da minha concentração de fato esse estranho e interessante, o que sera que move ele a ser assim? O que traz ele nesse fim de mundo? Sera que ele e algum viajante e conhece algum caminho para sair daqui?” De fato minha natureza calma se incomoda um pouco com o escândalo feito, porem não me deixava nervoso, apenas curioso era uma raça que ainda não conheço magnifico.

“ – Ah, desculpe-me minha arrogância. Meu nome e Joseph Aruj vim da Cidade Suspenda, busco ter ainda mais conhecimento pare ser um grande feiticeiro.” Colocaria um pequeno sorriso confiante no rosto, enquanto algo ainda mais estranho tirava meu sorriso uma pequena confusão, uma águia passava voando velozmente. “ – Sinistro e interessante.” Algo ainda mais cabuloso acontecia, um sapo gigante pulava na vila, recebia varias flechadas. “ – Seu tamanho e maior que o normal!!!”

Estava impressionado com o bicho estranho, talvez eu consiga aprender a arte das trevas. “ – Eu posso ajudar a carregar !!! Porem não sou tao forte.” Assim ajudava o Vanali junto com seu lobo a levar o estranho animal para fora. Sempre com cuidado nas coisas que faço e com os olhos sempre atento para as coisas em minha volta, apesar de toda a neblina tentaria manter meus olhos atentos sem deixar passar nenhum detalhe e também marcar o caminho, conhecer a floresta era algo comum para o povo da minha terra.

“ – Vamos larga-lo a onde?” Perguntaria para Lovy enquanto continuo a ajuda-lo a se livrar do corpo, sempre seguindo as ordens do mesmo, apos se livrar do sapo voltaria a perguntar. “ – Te ajudo em mais alguma coisa?” respirava fundo e aproveitaria o momento, pois nunca saberia qual seria o ultimo momento que poderia sentir o ar fresco, do jeito que as coisas andam essa vila esta fardada a ser completamente destruída, pelo menos e o que aparenta, ainda precisava sair dali para desenvolver ainda mais meus poderes e conhecimento.

“ – Lovy, não me leve a mal, mais já pensaram em sair daqui e ir para algum lugar? Ou não existe outro lugar? Ou tem algo muito valioso ali na vila?” Perguntaria no caminho de volta, aproveitando o momento com o sub-líder tentaria tirar todas as minhas duvidas. “ – Ouvi dizer que tem magia por essa floresta, o que realmente se passa?” As coisas que estão acontecendo se eu pelo menos conseguir saber, talvez fique mais fácil da linha na pipa e me manter vivo.

Voltando a vila, observaria para ver se algo de novo aconteceu e começava minha caçada para sair daquele local iria perguntando a todos os vanali próximo e ao estranho de raça diferente. “ – Sabe como sair daqui? Qual cidade e a mais próxima?” Referente ao estranho então perguntei. “ – Que raça você e? Da onde veio, estava pensando em sair logo daqui, mais o povo aqui parece conformado viver assim. Ah proposito se apresentar não e meu forte, me chamo Joseph Aruj e sou um feiticeiro.”

Off:
 
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DEV.Rigel
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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Dom Nov 22 2015, 10:10

Rolagem de dado

Hyde

Suprise (VD 15)

Quantidade aleatória (1,20) :
6

Mod. Nar: -3


Skarner

Tocar uma melodia do nada e não atrair mais bichos (VD 15):

Quantidade aleatória (1,20) :
15

Mod.Sab: +0
Mod.Nar: +1

Ataques contra a barreira, abaixo de 10 tira 10, acima de 10 tira os 5, além dos extremos 1 e 20 que decidirei le tretagem (VD 10):

Quantidade aleatória (1,20) :
14

Mod.Nar: +1


Joseph

Suprise (VD 15)

Quantidade aleatória (1,20) :
7

Mod. Nar: +1

Suprise (VD 15)

Quantidade aleatória (1,20) :
15

Mod. Nar: +1

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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   Qui Jan 14 2016, 12:48

Skarner

 Calmo, a confiança em seus companheiros de combate permitia que o jovem Vanali apenas se mantê-se no centro deles para ajudá-los:

Eitcha galerê! Inimigos a vista! Raimundus.. fique de boas que a canção da vitória será minha.. só observe!

 A música alcançava a todos os guerreiros que no exato momento se encontravam com um perigo totalmente novo para eles. A sombra na neblina crescia rapidamente, misturando todas as outras em uma única que saltava ferozmente pela camada espessa de névoa, se transformando em um grande lobo que corria em direção ao grupo:

- É AGOOORAA!!

 Por de trás do grande lobo dos túmulos, a neblina se abria e revelava diversos esqueletos, assim como elfos que pareciam mortos, todos segurando arcos e novamente emitindo barulho de animais. Skarner não perdia tempo em ativar então seu Escudo Supimpa, onde o grande lobo fazia a todos balançarem, os jogando ao chão pela lateral e passando por eles em disparada. Em seguida era possível ouvir uma grande marcha, onde alguns esqueletos vinham gritando com espadas em mãos, assim como outros caindo do topo das árvores:

- DUO

 Jidham se separam em dois dele, sendo um uma espécie de imagem translúcida do próprio e começava a atirar flechas nos que vinham por cima. Os outros esqueletos largavam suas flechas e os guerreiros na roda saiam da proteção para começar a combater cada esqueleto que vinha por terra. A guerra era iniciada, Raimundus então iniciava sua melodia com uma grande flauta, fortalecendo a todos que estavam em combate (+2 em defesa).

Era tudo ou nada, até mesmo o lobo Lom partia para o ataque contra esqueletos que vinham por terra, como Skarner iria se livrar daquilo tudo.

Joseph e Hyde

 Começava a ajudar com aquele grande corpo de sapo morto:

– Eu posso ajudar a carregar !!! Porem não sou tao forte.

 Surpreendentemente o corpo era leve, não pesava como parecia ser. Lovy e seu lobo, junto agora de Joseph, carregavam o corpo la para fora. Os sons e o vento estavam piores do que antes:

– Vamos larga-lo a onde?

Após arrastar o sapo, Lovy olhava a sua volta e não tinha um certo local para deixá-lo:

- Por hora deixe aqui, do lado de fora da muralha.. Com tudo isso acontecendo, precisamos da maior atenção possível para proteger o vilarejo!!

Joseph queria ser útil, estava tentando descobrir tudo sobre aquele estranho vilarejo mal localizado:

– Te ajudo em mais alguma coisa?

 O feiticeiro respirava fundo, queria sentir o ar fresco daquele local, porém repentinamente barulhos de fortes patas podiam ser ouvidos cada vez mais alto, Lovy olhava calmamente em direção a floresta e a neblina se dissipava com um grande lobo dos túmulos atravessando tudo:

- CUIDADO!

 Empurrava o jovem Vanali para a fuga daquela forte investida. O jogando ao chão e caindo próximo, enquanto o grande lobo dos túmulos carregava uma das muralhas, levando flechadas de diversos dos caçadores que estavam de vigilância. A torre de vigia de Goia então era levada, fazendo a mesma cair sobre os espinhos que ali ficaram:

- GOIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!

 Mas o lobo não havia parado por ae, carregando alguns dos seres que viviam no vilarejo, assim como Hyde, que caiam ao chão desacordado (-8 de vida). Sam descia de sua torre logo ao lado da jovem, retirando suas pernas e braços dos espinhos. Por sorte Goia não havia morrido, mas estava totalmente debilitada. Sem pensar muito, Sam a levava direto a um dos moradores que poderia cuidar da mesma. A vila estava completamente destruída, mas os muros próximo a entrada e aos fundos haviam sido destruídos e o lobo dos túmulos sumido pelo outro lado. Este apenas havia atravessado todo o pequeno vilarejo de Rozastra.

 Assobios mais fortes, todos começavam a se sentir em pânico. E logo a neblina ia se dissipando, ouvindo apenas ao longe um som de flechas.

Yeehaw:
 





Dalyor e Faervel

Ganho: APENAS VOCÊS DOIS ! 50 de EXP para ambos os players. Podem pedir atualização em suas fichas.

Assim como já foi dito > AQUI < caso não tenham visto.

Geografia local:
 

A reunião de momentos atrás tinha deixado, em todos, um sabor misturado de adrenalina ansiosa com um medo assustador que ia além do que meras palavras poderiam descrever. Com o término do discurso do Patriarca Vanali, uma verdadeira enxurrada de elfos verdes descia rumo ao “mundo horizontal” com uma agilidade que apenas os próprios da raça podiam seguir. Existiam vários métodos de descida – Cipós, túneis escondidos entre árvores ocas, elevadores engenhosamente dinamizados, utilizando roldanas naturais de galhos flexíveis; e, claro, as tradicionais escadas esculpidas nos grossos troncos dos centenários carvalhos que compunham, em sua maioria, o sustentáculo basilar da cidade suspensa.

Dois grupos em especial haviam se formado, que se destacavam dos demais por uma única característica – Sua objetividade. Enquanto vários dos demais elfos conversavam entre si, demorando a decidir qual seria o melhor e mais estratégico rumo a se tomar; estes dois grupos iam rapidamente aos acessos mais rápidos de descida, logo encontrando o chão gramado da resistente mãe-terra. (Não sem antes, claro, ter o prazer de apreciar uma viagem de descida em um elevador tão rápido que fazia a viagem até o local parecer uma verdadeira excursão entre dimensões diferentes).

Ambos os conjuntos de aventureiros chegavam ao mesmo local simultaneamente. Haviam aportado sobre poderosas raízes protuberantes de duas árvores vizinhas entre si, e o campo que os circundava era por excelência o mesmo: Um lamacento pântano, com apenas algumas regiões de solo mais firme e confiável. A coruja de um dos Vanali demorou um pouco para acompanhar o voo vertical que o elevador mágico fez durante a descida, mas juntou-se a todos ao passo em que a primeira ação fora tomada, por uma bela fêmea da raça.

Faervel estava acompanhada de um elfo de tom de pele azulado e de sorriso constante no rosto. Foi sem se apresentar devidamente que aproximou-se do outro grupo e lançou diretamente a indagação se podia, de fato, juntar-se à eles. A resposta de Hank foi automática, jogando para os companheiros a responsabilidade de aceitar o auxílio ou não, demonstrando pouco interesse em dialogar diretamente com a novata; o que provavelmente se justificava pelo afinco que o mesmo já se punha a buscar pistas, tateando pelo chão e analisando as informações que fugiam aos olhos de todos os demais ali presentes. A resposta veio em seguida, e foi Tinn, o Vanali mais rígido de todos, que falou:

- Desde que não nos atrasem, serão bem vindos – E pôs-se a seguir Ezekiel, que já estava há alguns passos de distância seguindo alguma pista.

- Ora ora, sempre com esse tom presunçoso, esse Tinn... Moça, não o deixa intimidá-la. A propósito, me chamo Joshua – Um outro se apresentava, legitimamente feliz – Vai ser um prazer trabalhar convosco. Que a natureza te dê bons frutos! – Estendia uma mão, como que esperando um cumprimento. Os demais ficaram calados, apenas acenando brevemente ou apenas arqueando as sobrancelhas em um movimento amistoso e rápido.

Enquanto essa situação se prolongava, O Caçador Dalyor lia o chão com alguma certa dificuldade. Infelizmente o seu conhecimento em termos de Sobrevivência não se equiparava aos de alguém com os reais meandros de Rastreio; mas, de fato, estava longe de não conseguir entender o que havia acontecido ali. O piso úmido ajudava em muito a visualização dos rastros de animais (e até de humanoides!) que, pelo seu design específico, denunciavam totalmente o que havia acontecido ali: Uma fuga! Estavam todos fugindo de algo! E pela direção que os arrastares dos passos se davam, eles estavam fugindo de algo que vinha do oeste.  Infelizmente, isso era tudo que Ezekiel conseguia detalhar no momento.

Ao redor, haviam alguns “protótipos” de casas ali. Geralmente eram utilizadas como postos avançados por alguns Vanalis bravos e mais aguerridos, que acreditavam que deveriam proteger a Cidade Suspensa dali, do chão. As cabanas – Podemos chamá-las assim pelo seu estado físico e por serem feitas de madeirame reutilizado de árvores podres que caíram de tão velhas – Ficavam dispostas aleatoriamente, cada uma abaixo de um dos infinitamente numerosos carvalhos.

Todos pareciam lúgubres e mortos, exceto por um que emitia uma fraca e evasiva fumaça, que teimava em sair pela estreita chaminé. A distância entre o grupo e este local era cerca de 20 metros de muita lama, água barrenta, e pedras lisas. Por conta do poder que Folhasverdes lançou em cada um dos aventureiros, os olhos modificados de todos puderam ver uma essência vital Vanali emanando de dentro do casebre... Não... Na verdade... Eram duas essências! Mas... Elas ocupavam o mesmo corpo! Como isso seria possível? O fato principal no entanto não era essa curiosidade... Era, sim, o fato de que uma das essências estava fraquejando e sumindo! A luz dourada que envolvia a menor, prateada, parecia estar tremeluzendo e esmaecendo aos poucos; e tudo foi compilado por um som:

Um grito aterrorizante feminino que vinha exatamente do casebre – SOCORRO! Por favor, não, SOCORRO! SOCORRO!

Além disso, nada podia ser visto ou ouvido, daquele lugar em que estavam.

Créditos a Skyblazer
Postagem já feita por Badlands escreveu:


Perigo sob as árvores
Post: 3 X Humor: Assustada X  Localização: Abaixo da Árvore 3 X Destino: Perigo
Desde que não nos atrasem, serão bem vindos.

Os lábios de Elanor se curvaram num meio-sorriso, meio-careta. De todos que ela poderia se juntar, havia acabado se juntando a um grupo que não tinha nenhuma intimidade. Antes que pudesse pensar que havia sido uma completa má ideia, uma voz um tanto animada demais para o momento a fez se voltar um tanto surpresa para um elfo mais animado do que ela esperava para um momento como aquele.

Ora ora, sempre com esse tom presunçoso, esse Tinn... Moça, não o deixa intimidá-la. A propósito, me chamo Joshua. Vai ser um prazer trabalhar convosco. Que a natureza te dê bons frutos!

Elanor… Faervel. — Respondia a jovem adulta um pouco hesitante em usar seu ‘apelido’ ao se apresentar, no entanto, muitos a conheciam daquela forma e talvez Joshua a conhecesse por ele. — Vou tentar não atrapalhá-los. — Diria por fim meneando a cabeça para os outros presentes num cumprimento mais silencioso.

Um tanto interessada, ela observou o elfo que parecia de alguma forma rastrear seja lá o que estava acontecendo. Talvez ele já tenha alguma pista…[/b] Voltaria-se então para os seus arredores, observando a disposição das cabanas do Vanalis que viviam nos postos avançados em terra com certa inveja.

Ela tinha uma saudade imensa, mesmo que estranha de viver na terra. Apesar do tempo difícil que vivera na floresta, vagando com Salazar, aquela floresta era o lugar que ela vivera por grande parte de sua vida e por isso ela os invejava. Elanor também queria viver novamente sobre aquele solo, abaixo das copas, sentindo a terra sob seus pés brotando com a vida de milhares de plantas, abrigando os mais diversos animais, as mais diversas formas de vida…

Seus olhos vagaram por um segundo, um único segundo antes de serem interrompidos por um grito horrendo vindo de um dos casebres:

SOCORRO! Por favor, não, SOCORRO! SOCORRO!

E o corpo de Elanor se mexeu sozinho. Seus olhos captaram uma certa confusão de auras, mas não conseguiu prestar muito atenção nisso já que estava correndo pela vida de alguém. Aflita, pela vida de quem gritava, Elanor tentaria identificar o que afligia a voz e quando o fizesse, agiria:

Arka, ouça minha prece. Varya Taure! — rogaria Elanor colocando seu cajado sobre o chão.

Se fosse um único ser que atacasse a voz, ele seria o alvo imediato da magia druída, entretanto, se fosse mais de um, Elanor focaria aquele estivesse mais próximo da voz, de atacá-la. Com toda a sua fé, ela esperava que fosse rápida o suficiente para evitar uma tragédia. Assim que as forças da terra segurassem seu alvo, ela voltaria a correr em direção da Vanali, tentando arrastá-la ou auxília-la no afastamento do atacante.

Entretanto, se a vítima não conseguisse se mexer, Elanor ficaria pronta, com seu cajado em mãos para tentar defendê-la com o mesmo, ou pelo menos afastar com uma pose ameaçadora até que a vítima Vanali conseguisse se afastar.

Se Elanor conseguisse ser bem sucedida em afastar a Vanali, ela procuraria por feridas na jovem e com um olhar um tanto preocupado, e o corpo um pouco trêmulo pelo que acontecera diria:

Você está machucada em algum lugar? — ela tentaria ser o mais forte que conseguia para se manter calma, deixar que a paz de Arhangon continuasse a dominar seu corpo. Pegando seu kit de primeiros socorros ela sorriria, Elanor queria que a Vanali se sentisse segura. — Eu sei um pouco sobre cura, vou fazer o que puder para curá-la.

Mas ela sabia que só poderia realmente tratá-la se seja lá o que estava naquela floresta fosse devidamente contido.
Thanks Panda


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MensagemAssunto: Re: 1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal   

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1° Ato: A Ascensão dos Mortos na Região Florestal
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