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 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão

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DEV.Chaos
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MensagemAssunto: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Ter Nov 10 2015, 14:30

Mapa da Cidade:
 

Dipper Cipher

O céu estava bastante fechado e o clima irritavelmente frio e abafado. Uma chuva fina e discreta caia criando poças e pequenos córregos que escorriam seguindo o declive da montanha. A frente Feiticeiro a capital do reino se erguia majestosamente. Seus gigantescos muros acinzentados erguiam-se como uma escada até o céu, no topo destes várias criaturas e tropas patrulhavam constantemente garantindo a segurança da cidade real.

O velho cavalo arfava atingindo seu limite físico. Era um animal experiente que passara por muitas viagens e situações difíceis, mas a idade cobrava seu preço e a vida se esvaia de seu corpo como uma borboleta vagando por campos floridos, lentamente. Dipper sabia que aquele era o fim do animal e conseguira permanecer de pé ao percebê-lo colapsar sobre si mesmo. O cavalo babava e revirava os olhos, respirando cada vez mais devagar. Um grupo de pessoas notavelmente pobres que se prostravam a frente do Grande Portão Leste se afastavam da dupla recém-chegada.

- Pronto.. – Uma mão suave e antiga repousava sobre a montaria caída. As rugas repuxavam a pele com o exterior de uma ameixa seca e os pelos do braço eram finos e quebradiços. - Esse era um animal fiel, rapaz. Você teve sorte de contar com ele até hoje.. Um Elfo-Verde de idade avançada estava agachado próxima ao cavalo e a Dipper. Usava vestes surradas e precárias, coloridas de marrom e verde e portava um cajado de madeira barata, o qual usava para se apoiar.
Elfo-Verde Desconhecido:
 
Poucos após as palavras do ancião uma pequena pessoa encapuzada se aproximou, baixando o capuz sobre a cabeça do homem e cochichando algo em seu ouvido. Alguns segundos depois dois guardas se aproximaram de Cipher e o resto do grupo.
– EI! Bando de vagabundos! Saiam da frente dos portões da cidade real! Vocês não podem entrar, já temos problemas demais com os pobres daqui. Voltem para as suas vilas!
Imediatamente às palavras cuspidas do guarda uma voz anônima no meio do grupo retrucou. - Nós não temos onde ir! Os mortos-vivos destruíram nossas vilas! Nos deixe entrar pelo amor de Alblar![/b]
O que Dipper fará diante de tal situação?

Rigel Mortan

O céu estava bastante fechado e o clima irritavelmente frio e abafado. Uma chuva fina e discreta caia criando poças e pequenos córregos que escorriam seguindo o declive da montanha.
As pessoas abriam caminho no meio das ruas da Região 2 de Ninho do Dragão. A figura de colant preto causava terror em qualquer habitante comum do local, que fechavam as portas e escondiam as crianças. Não era algo tão incomum uma figura intimidante transitar pelas ruas da cidade, mas Rigel não era só intimidador ele era tenebroso com sua vestimenta incomum e máscara amedrontadora.
- Mamãe. Socorro! UM DEMÔNIO! - Uma criança Eyru gritava e apontava para Mortan com um olhar trêmulo como um gato após um banho frio. Uma Eyru com roupa de couro e metal, com um arco em suas costas andava a frente da garota. Ao ouvir o grito de sua filha a caçadora virou-se e desferiu um chute na garota, fazendo-a cair.
- Cala a boca, Ku’kun. Se tu não gosta dele, fala pra ele. Ei! Estranho pervertido da roupa preta. Minha filha não gostou de ti, cai fora!
Eyru Caçadora:
 
A fêmea não sacou sua arma, mas apenas ergueu seu dedo. Era uma ameaça vazia provavelmente, talvez querendo impressionar sua cria. Após o chute a pequena Eyru correu para trás da sua mãe, desesperada. Os habitantes da região então abriram uma roda, pareciam interessados em um confronto.

Värmod Saitou

O céu estava bastante fechado e o clima irritavelmente frio e abafado. Uma chuva fina e discreta caia criando poças e pequenos córregos que escorriam seguindo o declive da montanha.
Varmod estava na frente de um pequeno bar em uma das ruas estreitas da Região 1 de Ninho do Dragão. Atrás dele os transeuntes passavam atônitos, com olhares distantes. Narks compunham a maior parte daqueles que passavam e alguns resmungavam pragas baixas a qualquer um que os olhassem torto. A porta que distava poucos centímetros do rosto de Saitou havia o símbolo de um cavalo sem cabeça e uma placa pendurada expunha o nome: “O Cavalo sem Cabeça”. A porta então abria-se rapidamente e uma mulher de cabelos loiros parava com o rosto bem próximo do mago.
– Ah, desculpe. Você é o cliente que estávamos esperando? Sua mercadoria chegou. Venha entre. – Ela abria a porta, convidando o rapaz para entrar. De onde estava Varmod podia notar algumas mesas velhas e cadeiras vazias, o chão de pedra estava sujo e várias garrafas quebradas enfeitavam o balcão. – Ah~..a bagunça. Ainda é da noite de ontem. Haha~ – Ela ria de uma maneira desinibida, fazendo o seu corpo pouco coberto se expor mais ainda.
Loira:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Qui Nov 12 2015, 01:51

A chuva estava irritante, cada fina e pequena gota que era absorvida no collant, causava um estresse grande ao nark. Nada fora do comum, Rigel estava a andar como sempre, observar as pessoas, que ao mesmo tempo o observavam. Nunca diferente, se espantavam e abriam caminho, fugiam daquela figura totalmente indesejada no reino, como se o nark totalmente desfigurado fosse prestar atenção em algo que sempre aconteceu com ele:

- Mamãe. Socorro! UM DEMÔNIO!

Não era de se espantar, apenas refletir:

"Eyrus sempre com tais atitudes, não esperava menos. Uma criança já agindo assim, essa sociedade não sai nunca do seu status depressivo de merda."

Uma Eyru mais velha, da qual andava a frente da criança, que por suposição podia ser sua parente. Portava um arco nas costas e tinha uma aparência repugnante, mas não ultrapassava a de Rigel. A parente simplesmente aplicava um chute na criança, fazendo a mesma cair ao chão:

- Cala a boca, Ku’kun. Se tu não gosta dele, fala pra ele. Ei! Estranho pervertido da roupa preta. Minha filha não gostou de ti, cai fora!

- Arrrrrrg!

Era o máximo que Rigel se expressava naquele momento, um expirar que se arrastava por sua garganta danificada, soando mais com tom de grunhido. A criança corria para trás da Eyru abusada, esta que levantava seu dedo médio para expressar o quanto não havia gostado do nark. Os habitantes próximos na segunda região pareciam então se juntar e formar uma roda onde os dois estavam.

"Seres idiotas, como sempre esse reino só gosta de ver as coisas pegando fogo."

Se virando, estava a procurar outra direção, andaria por dentro dos habitantes buscando não causar problemas no momento. Primeiramente iria atrás de como se candidatar ao exército real. Andaria calmamente pelas ruas, Rigel visava apenas o horizonte, o desprezo e nojo das pessoas para si era seu carma comum, que o seguia por toda a vida desde então. Alcançando algum lugar para alistamento, com sua voz rouca e dificuldade de falar, o Nark iria praticar o diálogo, que nunca é de seu feitio ou de seu totalmente conhecimento:

- Alistar, quero!

A voz sempre foi meio robótica, seu problema com as cordas vocais era totalmente visível, além de sua aparência grotesca e estranha. Recostaria seu ariete das costas para o chão, se apoiando no mesmo com sua mão direita. Mas nem sempre as coisas podiam a sair como queria. Aprovado buscaria como proceder e tentaria seguir o que lhe dissessem. Gracinhas iriam ser ouvidas e apenas ignoradas. Negado iria voltar por seu caminho, a busca de uma igreja, mesmo que pequena ou alguma estrutura que cultuasse o Deus da Luz, ou como Rigel não sabia ainda, Alblar, uma Deusa.

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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Qui Nov 12 2015, 02:29

O Desejo

O clima um tanto quando desagradável, resmungava o garoto enquanto ajeitava seus óculos a sua face e observava o local onde se encontrava. Em frente a um bar parecia ser o local onde o mesmo nunca entraria por vontade própria, ele não gostava daquele clima padrão que se estendia desde o começo ao fim do continente. Ao seu redor encontrava todo tipo de gente, gente que ele teria que defender em um futuro próximo, ou assim esperava. Não tinha qualquer senso de justiça em sua mente, porem ele sabia que altos escalões do exercito poderiam ter informações sobre magias que nem mesmo os melhores magos de academias poderiam sonhar, alem do que ele mais desejava, informações sobre os chamados deuses. No passado jurava destruir esse conceito e trazer sua existência para o mundo mortal, um sonho diferente e muito distante da realidade atual. - Tsc - Resmungava ele enquanto uma pessoa parecia interromper seus pensamentos em meio ao nada.

Uma mulher parecia recepcionar o mago, teria o confundido com um cliente. Sem fazer cerimonias ele se deixa levar pelo clima e acaba entrando no bar. Cavalo Sem Cabeça, um nome um tanto esquisito, mas chamava bastante atenção, talvez uma frase de impacto seria o suficiente para atrair os rostos avermelhados de bêbados de todos os cantos. De dentro do local poderia observar um local um tanto quanto desarrumado e ela parecia citar um fato de noites anteriores, ele não prestou muita atenção. O local o lembrava do ambiente em que estava, um local grosseiro, sem modos, porem parecia ser o lar daqueles que procuram esquecer seus problemas, talvez um dia fosse ele sentado ali em uma das cadeiras. Um sorriso de leve surgia em seu rosto enquanto falava vagarosamente para a moça que antes o fizera entrar - Devo dizer que não sou aquele que está procurando. - Firme e sincero ele se postava de costas ao ambiente enquanto andaria em direção a porta do estabelecimento e voltaria ao ambiente urbano.

Antes de atingir seu objetivo ele lembrava, seu objetivo, ele desejava entrar no exercito mas não tinha qualquer informação sobre isso, ele não se importava muito com a papelada burocrática inicial. Teria que achar informações, a mulher, ele lembrava. Se virando a meio corpo ele demonstraria suas duvidas - Desejo entrar no exercito, sabes me dizer onde é o local? - Ele esperaria pela resposta enquanto se mantinha imóvel e com uma expressão calma em seu rosto. Apenas a resposta era o que desejava, porem ele sabia que interação era essencial para conseguir uma fama local e quem sabe por todo o continente. Conseguindo sua resposta ele voltava a se prostrar a seu caminho, com a informação exata ele ainda não sabia como funcionava exatamente a entrada, teria um teste tanto físico quanto mental? Sua inteligencia não o deixaria de mão, porem seu vigor físico não era algo de se orgulhar, um arrepio corria por seu corpo.

Chegando ao local indicado ele iria analisar toda a arquitetura local, ele sabia que a capital poderia ser um local encantador para aqueles que com olhos aguçados. Seus passos se mantinham em ritmo constante enquanto se dirigiria para qualquer soldado ou oficial que percebesse em sua visão - Tenho interesse em entrar no exercito, onde posso realizar minha inscrição? - Sua frase se mantinha num tom calmo como era de seu fetio, talvez faltasse um pouco de força de vontade em suas palavras, mas não gostava de se exaltar e aquele momento não seria uma exceção.
• Legenda/OBS •

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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Dom Nov 15 2015, 06:29

Para Cipher, aquela seria o primeiro de muitos momentos de perturbação. Se encontrava em frente uma das cidades mais bem protegidas e temidas daquele lugar onde todas as raças estava aliadas. Uma mão tocou o ombro do jovem que não fez nada além de olhar para trás sem muito interesse, uma arfada de ar saiu de seus lábios enquanto o homem relatava algo que era bem óbvio aos olhos do feiticeiro. Quando as palavras lhe tocaram o ouvido, mas não o coração, tinha sido sim um bom animal em vida mas isso não evitaria do garoto de aproveitar a sua morte. - Ele ainda deve servir de algo aqui neste lugar. - Os pensamentos ecoavam perante a mente do rapaz, para ele algo maior que a fidelidade era a utilidade.

A sua frente um aglomerado de pessoas pobres parecia estar desiludido enquanto os guardas do portão revogavam o direito das mesmas entrarem. Estavam apavoradas com algum tipo de problema com mortos-vivos, o garoto não sabia nada quanto a isso, mas se o problema era tão sério a ponto de movimentar tantas pessoas para a capital provavelmente tinha algo relacionado ao Codex do Fim, se assim fosse ele tinha obrigação de descobrir o que se passava por ali.
Antes de qualquer movimento o garoto voltou a olhar para as pessoas pobres e seu pobre e velho cavalo já falecido. - Posso vender a carne do animal para eles e conseguir algum dinheiro, talvez o suficiente para entrar na capital. - Deu um passo a frente preparado para anunciar sua mercadoria, mas antes que os lábios pudessem se abrir e liberar algum som voltou e pensou. - Eles não vão me dar nada, não tem nada, seria bem mais fácil eu vender um quilo de trigo para um produtor de trigo. - O indicador e o médio acertavam sua cabeça com pequenos toques enquanto a mão se encontrava frente ao rosto. - Bem, acho que dá para pelo menos eu facilitar minha chegada até os portões com esse anuncio. - Essa foi a única resposta para dar maior utilidade ao animal em sua vida.
Olharia com desdem toda a população possível enquanto colocava ambas as mãos ao redor de seus lábios como se a mesma fosse um megafone. - Meu cavalo acabou de morrer! Em forma de caridade vou dar sua carne para aqueles que vierem até aqui!! - A voz sairia o mais grossa possível. O clima ruim daquela cidade o faria sentir sem ar por um curto espaço de tempo depois do anuncio.

A chuva que caía por ali poderia estar formando poças de água por ali e por lá, por esse motivo o garoto prestaria atenção tanto na enxurrada de pessoas a sua frente quanto nas poças do chão. Tentaria se mover de um lado para o outro para evita-las, sempre mantendo cuidado para não cair ou esbarrar com alguém por ali, isso é até alcançar os portões da cidade.

Quando estivesse frente a frente com os guardas manteria um olhar penetrante e avaliador nestes. - Então está é a guarda da cidade. - A voz soaria em um tom investigativo e monótono. - Preciso de um elogio para eles… Acho que esse negócio de morto-vivo deve calhar. - O pensamento era tão rápido quanto as palavras que saim da sua boca. - Não é de se admirar que os mortos-vivos não tenham chance contra vocês certo? - Desta vez a voz soaria como um elogio bajulador, mas sem dar total impressão disso ele prosseguiria. - Bem, estou aqui para resolver algumas coisas relacionada a minha profissão, posso entrar ? - Deixaria bem a vista o cajado para que os mesmos percebessem sobre o que se tratava, mas caso perguntassem o que ele fazia o mesmo diria. - Pode se dizer que… * Pequena pausa * Eu sou um pesquisador que vai resolver as coisas. - Desta forma estaria crente que o deixariam entrar para averiguar o lado mais seguro da cidade e também o mais fácil de corromper.
OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Seg Nov 16 2015, 13:53

ROLAGEM DE DADOS!

TABELA GERAL:
Citação :
VD 15 - Fácil
VD 20 - Moderado
VD 25 - Difícil
http://dragondreams.forumeiros.com/t60-atributos

1d20 + Mod.Atributo + Mod.Narração

Värmod Saitou

Informçao sobre o local do exercito. (VD-15):

Quantidade aleatória (1,20) :
20

Mod.A.(CAR) = +1
Mod.N. = +1


Dipper Cipher

Chamar atenção da população para doar a carne do animal morto. (VD-15):

Quantidade aleatória (1,20) :
7

Mod.A.(CAR) = +3
Mod.N. = +1

Elogiar o guarda para poder entrar. (VD-20):

Quantidade aleatória (1,20) :
11

Mod.A.(CAR) = +3
Mod.N. = +1
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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Seg Nov 16 2015, 15:08

Rigel Mortan

Rigel ignorava em partes todos ali em volta do mesmo, seguindo seu caminho, considerando o nojo e o desprezo das pessoas algo comum, seguiu focando em seu objetivo. Uma vaga no exercito real, as ruas da Região dois estão repletas de atividade o comercio algo comum ali na rua principal. O caminho não e muito largo, enquanto o Nark vai passando muitos humanos fecham a cara olhando para o mesmo. Artesoes e comerciantes trabalham duro, procurando clientes em potencial e anunciando aos brados suas mercadorias. " - Armas de Qualidade, melhor preço aqui!!!"

De repente, no meio da agitação dos comerciantes, um grito se torna uma onda expansiva de berros. " - Socorro!!! Eles estão vindo!!! " Um caminho se abre entre os Humanos e Eyros, um humano vem correndo assustado, cabelo curto e preto, seus olhos arregalados, pele clara ele logo se tromba com Rigel. Caido no chão em frente ao Nark, aponta para o mesmo enquanto fala. " - Você e um deles!!! " uma pequena pausa em meio ao susto do rapaz que rapidamente voltou a falar. " - Preciso chegar ao departamento de segurança o exercito precisa ser informado!!!." Em meio ao tumulto causado pelo humano, vários comerciantes e pessoas ali próximo olhavam estranhamente para o Nômade.

Logo a sua esquerda pode ver uma igreja, cuja as portas estão fechadas e um rapaz, aparentemente primel usando roupas de padre esta na frente da porta, sua expressão e calma e diferente de todos que olham para o Nark, sem demonstrar nenhum tipo de nojo.

Garoto Assustado:
 

Värmod Saitou

“- Devo dizer que não sou aquele que está procurando.” – Respondia firmemente a loira, focado em seu objetivo a moça não insistia muito parece que não foi dessa vez que conseguia um novo cliente, antes de ir embora Saitou meio que se virou e perguntou. “- Desejo entrar no exercito, sabes me dizer onde é o local?” A loira abriu um grande sorriso e então rapidamente falou. “ – Meu irmão faz parte do exercito e um rapaz de sorte. Seu nome e Rhond, o recado que tenho e muito importante. Diga ao mesmo que o Nark Thwor Ironfirst foi visto na floresta dos túmulos. isso ele já vai saber o que se passa.”

Deu uma pausa pediu para que o mesmo acompanhasse ate uma rua para que ficasse mais facil explicar. Chegava ate o departamento de segurança, la poderia ver claramente alguns membros do exercito real, todos carregando uma postura seria. “- Tenho interesse em entrar no exercito, onde posso realizar minha inscrição?” Perguntou a um deles, que sem falar nada apenas apontou para um Nark, de expressão seria pontando uma arma de médio alcance, com uma aparência física.

Apos apontar para o líder daquele grupo, o soldado falou em um tom de voz seria. “ – E com ele.” O local em si parecia bem cuidado, mantido pelos próprios soldados, ao seu redor ainda observava muitos humanos, carroças de comerciantes, com os mais diversos tipo de variedade.

Nark exercito:
 

Dipper Cipher

Chiper observava aquele aglomerado de pessoas a sua frente, entao deu um passo a frente com o intuito de chamar a atenção do povo em um tom de voz alto “ - Meu cavalo acabou de morrer! Em forma de caridade vou dar sua carne para aqueles que vierem até aqui!!” As pessoas mal ligava para o feiticeiro, só se falavam em um coisa. – Os mortos vivos - . O desespero era cada vez maior querendo ir para a parte nobre da cidade. Um homem então se aproximou, vestindo um manto preto, sua pele rígida de cor acinzentada que falou em um tom de voz suave. “ – A morte, só o começo ... hum quem sabe em breve você não o vê de novo.” Seguiu seu caminho andando pelo meio da multidão ate que Chiper o perdesse de vida.

A chuva continuava a cair, Dipper então ia se locomovendo entre as pessoas, a maioria ali era Narks de força física bem bruta e com dificuldades chegava ao portão da região quatro, os portões fechados e os guardas ali para impedir de qualquer um entrar, pronto para usar a força se for preciso. O feiticeiro tentando usar todo o seu carisma, para entrar na cidade. “- Não é de se admirar que os mortos-vivos não tenham chance contra vocês certo? Bem, estou aqui para resolver algumas coisas relacionada a minha profissão, posso entrar ?”

O guarda sempre mantendo sua postura seria apontou sua arma para o feiticeiro. “ – Não vem com essa, suma daqui, se eu te ver por aqui de novo ira conhecer nossa prisão!!!” Seu tom de voz era ameaçador. A sua esquerda próximo aos muros que levam para fora da Cidade do Ninho do Dragão notava o estranho encapuzado olhando fixamente para alguma coisa que não estava a visão de Chiper. Um barulho estranho podia ser ouvido por todos, vinha de fora da cidade.
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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Ter Nov 17 2015, 05:55

O guarda não permitia a passagem de Dipper em direção ao portão. Além disso poderia se dizer que se ele tentasse entrar morreria pela mão dos guardas, o que era um tanto preocupante para o rapaz, mas nada que ele não suportasse. No entanto o que vinha a seguir que lhe deixara intrigado, um grande barulho veio de fora da cidade.

- Alguém arrombou o portão da cidade, ou um muro...  Se eu tentar passagem vou morrer, melhor retornar e procurar outro caminho para entrar.-

Os pensamentos do jovem Cipher eram bem categóricos em relação ao que poderia acontecer se tentasse novamente.

Os passos vagarosos, mas de certa maneira apressados seguiam em direção ao homem de capa. O garoto não o conhecia, mas percebera que o mesmo sabia de algo que não estava sendo contado. Talvez os mortos fossem uma conversa para deixar aquelas pessoas com medo, ou talvez fosse realmente um grande problema e eles haviam acabado de cruzar os muros… Em todo caso era melhor deixar isso para o tal grandioso exercito do Ninho dos Dragões.

Se aproximando do homem encapuzado, ele faria uma pequena pausa e sem se virar para ver ele, enquanto seus ombros quase se tocavam o rapaz diria:

- Quero saber o que está acontecendo! Na verdade, faz parte da minha missão saber o que está acontecendo nesse lugar. -

As palavras martelavam na cabeça do rapaz como se fosse a cabeça de um prego. Talvez o homem encapuzado não soubesse de nada e simplesmente tinha visto algo que o garoto não viu, por isso se viraria para ver a sua antiga posição, onde antes se encontra Dipper. Se visse algo anormal, simplesmente olharia enquanto um pensamento de “como eu não notei isso” ficaria preso na sua cabeça.

- Bem, que seja. Estou partindo! - - Em busca de trabalho talvez, mas não para longe dessa cidade. -

Voltaria a olhar os muros, os portões, as torres de guarda o lugar era muito bem protegido, perfeito para abrigar uma escola das trevas ali dentro. Na verdade se uma escola das trevas se localizasse ali, seria bem perigoso para o mundo inteiro, talvez até para os deuses.

[color=orange]- Vou reerguer essa escola negra em nome do meu pai e acabar com a mulher que deveria ser minha mãe, aquela vendida. E em meu próprio nome, vou aprender mais sobre esse mundo, tem muitas coisas que me deixam curioso. -[color]

Com aquele pensamento na cabeça e passos variando do curto para o rápido, o garoto se moveria até um quadro de avisos, para ver se havia algum tipo de trabalho com remuneração ali. Se não tivesse nada, a única coisa que poderia fazer seria entrar nas tavernas em busca de informações, de certa forma perguntaria para o taverneiro, tentando ao máximo não gastar seu dinheiro desta forma.
Obs.: É Cipher não Chiper...
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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Ter Nov 17 2015, 07:51

Exercito
C onseguia sua informação mais fácil do que imaginava, mas talvez aquela informação não fosse de grande importância em si, porem seu significado era vital para aquele garoto que desejava ser o mago mais forte existente, um sonho ainda muito distante de ser alcançado. Perdido em pensamentos pensava ter ouvido algo sobre irmão e alguém na floresta dos túmulos. Como sempre não tinha interesse para esse tipo de coisa, mas resolveu guardar isso para si, talvez fosse útil. Levantando sua mão direta para cima enquanto saia vagarosamente se despedia da mulher que o ajudara a pouco e estava pronto para iniciar sua vida no exercito, ou assim esperava. Chegava ao local indicado, simples e padrão, ele imaginava um local mais cheio de si, afinal estava na capital não é mesmo? Deixava esse pensamento de lado ao se encontrar com alguém que se parecia com um soldado comum, este que apenas indicava para um ser ainda mais bizarro, assim julgava o mago. Agradeceria com um baixar de cabeça breve e mantinha sua expressão normal, um rosto sem expressão nenhuma.

Se aproximava do nark que lhe era indicado, se de longe ele parecia feio de perto ele parecia que estava de longe. Apesar de ser uma pessoa um tanto quanto incomum o aprendiz não conseguia gostar muito de outras raças, talvez ele estivesse um pouco temeroso? Talvez, mas ele nunca que iria aceitar abertamente eles de alguma forma ou de outra. Porem neste mundo da magia e do valor do individuo ele sabia que eles tinham sua função e como pedras em uma escada ele iria as escalar e chegar ao topo. - Varmod Saitou se apresentando para alistamento no exercito - Suas palavras calmas e como de praxe do mesmo sem demonstrar muita vontade. Não é que ele não tivesse vontade, ele apenas não conseguia se expressar fielmente, um problema para alguém que deseja comandar exércitos. Qualquer tipo de pergunta que remetesse a seu passado ele responderia, porem tentaria omitir sobre sua família, talvez seu sobrenome não fosse bem visto vindo de alguém com um primeiro nome desconhecido.

Enquanto estava próximo do nark tentava analisar o ambiente em que estava, apesar de não ter muito interesse nas partes físicas de qualquer soldado ele ainda dava valor para arquearia e o arco em suas costas parecia chamar sua atenção para possíveis alvos de palha que estivessem a disposição de recrutas ou patentes mais elevadas. Sambem se mantinha atento a possíveis magos, apesar de pensar que existem poucos magos no exercito eles deveriam existir, ate porque o fato de gostar de arquearia não era um empecilho para sua maior vontade, a vontade de ser um mago que irá desafiar os Deuses, um objetivo ainda mais longe que o fim do horizonte, mas ainda sim ele tinha que percorrer esse caminho ou teria jogado toda sua vida ao relento.

Possivelmente orientado pelo nark ele o iria seguir se assim fosse requisitado. Adentrando em qualquer lugar novo ele se voltaria novamente a observar seus gostos. Logo lembrava da mulher, seu irmão deveria ser um soldado local, talvez devesse declarar o que lhe foi pedido? Não, não naquele momento.
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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Qui Nov 19 2015, 21:23

Continuava a caminhar entre o desprezo. Eram seres que nunca se agradavam com o Nark e comerciantes para todos os lados, mas nada disso era estranho:

" - Socorro!!! Eles estão vindo!!! "

Isso era estranho, gritos surgiam e se destacavam no meio de toda aquela população repressora e preconceituosa. Um humano assustado corria dentre todos, parecia ter visto coisas que certos habitantes desconheciam. Seu caminho de horror era cortado quando ele simplesmente trombava com o corpo alto de Rigel, talvez um nark que ele nunca tenha visto e com a pior aparência que ele poderia conhecer:

" - Você e um deles!!! "

Caído ao chão, o humano apontava para o nômade, seu fôlego parecia ter sido roubado diante de tanta feiura:

"Esses seres inúteis!!!! As vezes ainda conseguem me irritar!!"

Franzia seu rosto, Rigel olhava o humano com certo desprezo, este que ainda não terminava de falar:

" - Preciso chegar ao departamento de segurança o exercito precisa ser informado!!!."

Agora tudo parecia pior, todos olhavam estranho. Não como se ele fosse um ser totalmente diferente, mas talvez como se ele fosse agora de fato uma ameaça. A esquerda Rigel avistava uma igreja e desistindo daquele teatro a frente de todos, ele se dirigia ao padre que se encontrava a sua frente:

"Que merda de situação ridícula! O que eu pareço pra ele ?! O que o humano retardado viu ?!"

- Ver Deus.... posso ? Entrar..... quero.

Sua voz rouca era terrível, falar era um desafio para o nark. Suas cordas vocais estruídas e a falta de prática em conversar com os outros, não lhe fazia ter uma noção de como agir diante deles. Entraria caso pudesse, assim também pedindo alguns conselhos ao padre:

- Queria .... salvação achar. Me..... ajuda!

Buscaria fazer e repetir tudo que o padre o dissesse. Como rezar ou o que tivesse que fazer para falar com o deus daquele lugar!

Em outro momento, não podendo entrar. Rigel continuaria a andar, dessa vez calmamente tentando perceber por onde o humano havia ido. Não sabendo se conseguiria segui-lo, mas apenas iria tentar. Chegando ao exército, o jovem nark iria tentar se alistar e então repetiria ou faria tudo que o ser a quem lhe recebeu, dissesse para fazer:

- Alistar, quero!

A cada segundo, sua vida parecia ser seguida pelo desprezo e pelos olhares. Rigel queria apenas reconhecimento, não estava ali para fazer nenhum mal, mas suas expressões e aparência sempre tentavam lhe dizer o contrário.

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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Sab Nov 21 2015, 20:46

Dipper Cipher

O encapuzado carregava consigo um grande mistério, carregando um olhar fixamente para o vazio, não havia nada na frente do mesmo, estranho? Talvez quem não e estranho nesse mundo, interrompendo o seu momento de olhar para o nada Cipher perguntava para o encapuzado que respondeu, continuando com seu olhar fixo ao nada. “ – Meu nome e Tyrondir.” Colocou um pequeno sorriso no rosto, de alguém que estava muito confiante e voltou a falar. “ – As pessoas me acham muito louco, mais o que e ser louco? E o que e ser normal? Perguntas que cada um tem uma resposta diferente...” Apontava para frente. “ – Corvos! Sempre os corvos. Eles atacam os feridos antes mesmo deles se transformarem em mortos, esse lugar sera banhando em vermelho.... de puro sangue.”

- Bem, que seja. Estou partindo! – Jogou suas palavras ao ar, dando as costas ao estranho que falou com um tom sarcástico. “ – Corvo e um mal sinal camarada!!!” Ignorando praticamente apenas olhando para o local que poderia ter grandes segredos, uma biblioteca das trevas, algo proibido que motivava certamente o feiticeiro. Cheio de curiosidade e em busca de informaçao caminhou ate o quadro de aviso. “ URGENTE, EXERCITO RECRUTANDO!!!!” Muitos Narks se animavam com as vagas, parece que guerra ou combate era algo bem comum para o povo dessa raça, porem a impaciência também parece ser algo bem comum, estavam nervosos com a falta de informação onde se recrutar.

Nada interessante andava em busca de uma taverna, as ruas bem pobres o barulho podia ser ouvido novamente e fazia mais pessoas correrem rumo ao portão. Ao chegar em um estabelecimento, que aos olhos era bem feio, todo bagunçado com varias garrafas de bebida jogados no chão. Algumas mesas caída, Narks gritando, nota-se que braço de ferro era algo disputado ali, o balconista da-lhe as boas vinda. “ – Em que posso ajuda-lo?” Ele tem dentes para fora, feio, peludo, não se sabe, se e o local ou as pessoas mais um fedo desgraçado.

“- Perdido?” Falava um rapaz de orelhas pontudas, com roupas surradas carregando consigo um violão em seguida tocava uma nota. Sua musica parecia suave, calma e relaxante. Um outro ser de especie diferente também podia ser visto ali encostado no muro, parecido com o rapaz do violão suas orelhas pontudas, duas adagas penduradas na cintura, braço cruzado e rosto serio.

Värmod Saitou

Sempre calmo, caminhou ate o Nark aparentemente líder ou de cargo maior que se encontrava ali, o mesmo estava bufando, sempre com olhar serio e rapidamente se apresentou. “- Varmod Saitou se apresentando para alistamento no exercito. –“ O guerreiro colocou um sorriso sarcástico, então olhava de dos pés a cabeça o mago, depois o cheirava. “ – Cheiro de florzinha.” Os outros soldados próximos começavam a dar risada e em seguida ele completou. “ – Normalmente só recrutamos pessoas com braço forte, com cara de mau.” Bufou soltando um bafo com cheiro horrível e completou agora com um tom mais calmo. “ – Porem no momento estamos precisando de pessoas com disposição.”

O clima frio, vários soldados em formação pronto para agir, comerciantes gritando o tempo todo, pessoas correndo e transitando a cidade estava bem agitada, um barulho podia ser ouvido vindo da região um. “ – Mais que diabos e isso?” completou um soldado próximo.

Rigel Mortan

O assustado humano irritava o Nark, pois o mesmo só pioro a situação de Rigel que fazia com que as pessoas olhavam ainda mais com uma expressão de raiva para o Nômade, que continuava a ignorar a todos e caminhava em direção a igreja enquanto ouvia. “ – Deus não ajuda os feio!!!” Vários gritos eram ouvido. “ – O demônio esta querendo corromper a igreja!!!” Se perguntava o que o pequeno e frágil humano pode ter visto, pensava, ate chegar em frente ao padre.

Com sua voz rouca e asquerosa pediu ajuda ao padre. “ – Ah casa do senhor e a casa de todos, venha entre.” Caminhava ate la na frente onde no alto havia uma estatua de uma divindade o padre pedia para o Nark se ajoelhar e fechar os olhos e se entregar de corpo e alma para Deus. O nomade tentava repetir tudo o que o padre falava, sempre desajeitado. Uma voz calma e serena vinha aos ouvidos de Rigel, voz muito séria, mas que indicava ternura e amor ao mesmo tempo, a voz de um Deus. A voz que consola os que perderam e da esperança aos que não tem, é a voz de um homem cuja sabedoria ultrapassa a de qualquer outro ser na face da terra média. “ – Seus sonhos, nao deixe que nada o impessa. Guerreiro lute pelo exercito!!!”

Rigel Mortan e Värmod Saitou

Um garoto vinha correndo assustado, ate o Nark líder e falava desesperado. “ – Eles estão vindo e tem um próximo a igreja.” Começava a apontar para a direçao. O Nark começava a coçar a cabeça meio que sem entender, porem decidia averiguar. Olhava para o recente alistado no exercito e chamava mais cinco soldados para averiguar. “ – Vamos ver que merda e essa que esta acontecendo.” O nark pegava o garoto pelo colarinho e pedia para levar ambos ate o local. Seguindo as ordens Saitou e os outros partiam para ver o que realmente acontecia na cidade.

A guarda chegava em frente a igreja e a multidão do lado de fora gritava. “ – E uma blasfêmia contra Deus ...” o caminho ia se abrindo e a multidão logo se animava com os soldados esperando uma solução ou explicação, assim a porta da igreja era aberta o padre com a mão sobre o ombro de um Nark muito feio que se encontrava ajoelhado rezando. Aos olhos do Nômade, parece que Deus trouxe o exercito ate ele, já que o mesmo não conseguia chegar ate o exercito.

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MensagemAssunto: Re: 1º Ato: Ascensão dos Mortos em Ninho do Dragão   Dom Nov 22 2015, 06:07

O homem de capuz anunciou algo que de maneira comum não parecia nada, no entanto tinha um valor filosófico profundo. Os corvos que ele havia falado seriam os seres pensantes? O garoto não tinha tempo para pensar nisso, ele precisava pensar em como ergueria a Escola de Magia e enfrentaria seus problemas dali para frente, não tinha muita ideia de onde poderia ir para avançar em seus objetivos. Por isso ele seguiria em busca de trabalho um trabalho que elevasse seu nome como mago e feiticeiro.

“ Acredito que ninguém iria a uma escola onde o professor não tem um currículo decente. Bem, com um trabalho eu vou conseguir dinheiro e provavelmente uma noticia sobre mim vai começar a se espalhar, este é o melhor caminho. ”

No caminho rumo a uma taverna Dipper reparou com uma placa anunciando que o Exercito estava recrutando soldados, um grupo de Narks pareciam felizes, aquela noticia provavelmente era algo grandioso para aquela raça tola, por isso Cipher não se importou muito. Seguiu seu caminho até uma taverna, mesmo que no caminho muitas pessoas corriam para encontrar abrigo em seus porões, bem cada um tinha sua maneira de tentar ficar vivo. Por fim o Primel alcançou seu objetivo secundário, aquela taverna era o que se esperava da maioria das tavernas um local cheio de bêbados, disputas ridículas e bebida nada que realmente chamasse a atenção de Cipher. O barman parecia um gorila peludo este anunciava as boas vindas a Dipper, enquanto um elfo que provavelmente era um bardo, - Dipper olhou para o violão e deduziu isto - perguntou se ele estava perdido, com um pouco mais de inteligencia o feiticeiro olhou para o lado e viu o outro elfo com duas adagas provavelmente mais feroz que esse mas talvez não tão perigoso.

- Forma sútil de se fazer amigos não? - A questão seria jogada ao ar apenas como maneira de mostrar que o rapaz havia notado o colega dele ali atrás.

- Não estou perdido, meu colega elfo. Tenho um objetivo em mente e talvez você possa me ajudar! Eu estou atrás... - Desviou olhar para o balconista, observando se o mesmo estava atento em sua conversa, seu olhar não era de censura e sim apenas observativo, pois o balconista poderia saber coisas que o bardo talvez não soubesse.

- Estou em busca de um trabalho para magos. Provavelmente algo que envolva o intelecto, mas pode também ser algum outro tipo de trabalho. - O feiticeiro deixaria o elfo refrescar sua mente e caso fosse necessário esticaria três moedas para ele refrescar melhor a mente, assim que conseguisse a informação ou não levantaria outras perguntas para o bardo.

- Tem ouvido algum boato pela cidade? Sobre o lado de dentro, os mortos ou qualquer coisa. - A resposta sendo sim e com noticias de algo seria muito bom saber mais sobre o que se passava atualmente no Ninho dos Dragões.

Se não conseguisse informações ali sobre um trabalho começaria questionar se servir o exercito daquela cidade não seria melhor para si. Mesmo que não fosse o trabalho adequado ele receberia um renome entre os soldados, conseguiria dinheiro e talvez até mesmo alguma pista de o que fazer depois dali, mas por enquanto não deveria desistir.

- E você balconista, sabe sobre algum trabalho ou boato? Mais particularmente relacionado magos? -
Deixaria o mesmo falar, mas se também fosse necessário refrescar a memória do homem deslizaria duas moedas em sua direção com o intuito de mostrar um “sinal de amizade”. Por fim se manteria atento para o que lhe fosse dito com o intuito de saber mais sobre o que estava acontecendo e por onde deveria começar a trabalhar.

Então assim que descobrisse onde ir para trabalhar seguiria o caminho até o local, mas se não conseguisse nenhuma pista seguiria até o local de recrutamento do exército pois provavelmente lá teria uma sorte maior.


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